Sobretudo, coisas relevantes. E nada é mais relevante do que a liberdade de pensar e a coragem de escrever. Nada é mais generoso do que compartilhar o que nos é relevante. Sobretudo, toda e qualquer coisa. Ano VIII
09 junho 2010
Trazemos um Deus dentro de nós...
Enviado por Rogério Imbuzeiro.
07 junho 2010
É isso...
06 junho 2010
Janelas para o silêncio
04 junho 2010
A grande árvore em todos nós


02 junho 2010
Tao e qual... hannices
31 maio 2010
Prece da pressa e do tempo... hannices

25 maio 2010
Sonhos de cigana

18 maio 2010
Oiê!!!!!!
16 maio 2010
Uma coisa é uma coisa, não outra
14 maio 2010
Dando uma força
30 abril 2010
Não vos inquieteis...

27 abril 2010
Pensando koans
25 abril 2010
Mergulho entre as pedras do mar


24 abril 2010
De amor...II
Cruzes e credos
20 abril 2010
De amor...
18 abril 2010
16 abril 2010
10 abril 2010
SOS Niterói -postos de recebimento de donativos

06 abril 2010
Sempre as mesmas... notícias
O Globo, GloboNews TV, TV Globo, com agências
05 abril 2010
04 abril 2010
Longe dos olhos da Razão
Longe dos olhos da Razão, o coração se apaixonou pelo pião.A Razão é narcísica — odeia tudo o que não se assemelhe a si mesma. Seus argumentos são quase matemáticos; raciocínios que se pretendem ciência pura — a solução precisa de um equilíbrio insolúvel, insondável, que faz do mundo humano o mais infeliz de todos. A Emoção é tola, diz a Razão, e assim entendemos o funcionamento da vida. A Emoção nos desvia do caminho, nos apanha de surpresa, nos faz relativizar o plano seguro que havíamos traçado ou que traçaram para nós. A Emoção enlouquece, diz a Razão. Sim, somente a Razão é capaz de observar, comparar, definir, analisar, julgar e condenar a que tudo siga o caminho reto da servidão. A Razão tem a síntese dos juízos a priori; teórica, só reconhece o resultado da experiência, fornecendo as leis práticas que devem guiar a vontade. A Emoção... o que é a emoção? Desejo, vontade, pensamento, surto, demência, defeito? Sentimento inexplicável, para onde nos leva a emoção? Toda resposta nos remete ao texto pronto da Razão, aconselhamentos pautados na comparação e repetição. Se, ao final de tudo, já não se puder divisar a mais pura das emoções e o que restar for apenas um grande desastre, a Razão estará lá, com suas mãos lisas e macias de quem não se permitiu a possibilidade escarpada do errar em nome de algo que se intuía muito maior. Sim, a Razão estará lá, regendo um coro invisível que entoa o canto do "eu avisei" e do "bem que eu sabia". A Razão é hegemônica e tem imunidade na hora dos acertos finais. Nunca se fez a pergunta se a falha na realização de tantos belos desejos se deveu, na verdade, à prevalência da decisão racional, guiando a atitude irracional. Isso mesmo: será que a Razão tem mesmo sempre razão e a solução ideal que garanta sempre um final feliz? Não podemos saber, porque temos medo dos riscos do querer e o tribunal de nossas ações é corrompido pelas astúcias da Razão. E o coração tem razões que a própria Razão desconhece, lembram? Talvez por isto louvemos os loucos e os poetas, olhando-os e invejando-os a uma distância segura. Alguns deles tiveram a ousadia de desafiar a Razão em nome de uma chance real à Emoção. Dos que temos conhecimento, sabemos pelos escritos; outros, talvez, tenham finalmente se rendido à Razão. Mas outros ainda, quem sabe, tenham se perdido completamente nas águas límpidas da Emoção... e nem quiseram desperdiçar o tempo a escrever.
03 abril 2010
Para todos
30 março 2010
Fragmentos de um dia amoroso II
H.
Fragmentos de um dia amoroso
Hanna
Não temas as provas de hoje.
Supera o mal com o bem.
Todos temos um amanhã.
No entanto, porque o futuro nos pertença, não menosprezes o momento agora.
Se sofrestes desgostos não lhes conserves os remanescentes no coração.
Esquece afrontas e ofensas.
O perdão desata quaisquer algemas entre vítima e agressor.
O trabalho dissipa as sombras do espaço da alma.
Serve sempre.
Não cultives enfermidades imaginárias, nem te amofines por aflições que talvez não chegues a conhecer.
(Emmanuel)
27 março 2010
26 março 2010
Metáforas que dançam
23 março 2010
Andei pensando...poesia
Mentiras amenas, verdades cruas,
Há sempre o que ser dito
Seja lá o que for
O equilíbrio é o meio da dor
Mas onde está o ponto afinal?
Não importa o que
Ou como dizer
Para quem ou para que
Há sempre o que ser dito
Pensado, prescrito, reticente, calado
Mas nunca chega o ponto final.
Saquinho de confetes
que grudam nos corpos suados
Pontos coloridos
prontos para serem usados.
Hanna
16 março 2010
Adorando o próprio umbigo
15 março 2010
Tentando poesias
Ah, como me encanto com teu canto livre
Como me enlevo quando dizes o que dizes
Ah, se amar é vento, ventania, suspiro
Como quer-te apenas porque existes?
Não, não penses que me pesas em palavras
Quero ouvir, mesmo que mudo, o teu cantar
Se o amor é timbre e em tudo ecoa como sussurro ao vento
Por que não desejar ao menos um só momento
Como uma gema tua vida adornar?
O encanto é mera distração de almas cansadas
Não descreve o instante breve uma só palavra
Querer o indizível é pura audácia, irmã do espanto
Agonia insone de quem sabe as notas, mas não o canto.
Como apagar o texto não escrito?
Como anular o verbo ainda não dito?
Como, por Deus bendito, impedir o pranto?
Como, por todos os anjos, mesmo que aflitos?
Como deixar morrer o não nascido?
Como abortar ao mundo os acalantos?
Como, se ainda nem ao menos existo?
Hanna
14 março 2010
Para o que mais seria?
"Ninguém escreve para si, a não ser que seja um monstro de orgulho. A gente escreve para ser amado, para atrair, para encantar." A frase é de Machado de Assis e a encontrei em um blog chamado A palavra é meu domínio sobre o mundo. Estava buscando saber quem é Laio, além de marido de Jocasta e pai de Édipo, segundo a mitologia grega, e fui parar lá. Não cheguei a saber quem é Laio, o quadragésimo visitante que se registrou hoje como seguidor das bobagens de Hanna neste Sobretudo que vos fala sobre qualquer coisa. Com a frase de Machado de Assis, brindo a presença de Laio e saúdo feliz a sua adesão. Não tenho a pretensão machadiana de encantar, atrair e ser amada, mas tampouco escrevo só para mim. Se de tudo puder oferecer alguma distração ou pensamento útil, já me terá sido suficiente a recompensa pela tarefa empreendida. Seja bem-vindo, Laio. O Sobretudo agradece e espera que goste destas modestas postagens, onde ao menos o carinho e o amor de Hanna são sempre garantidos.H.
Sobre as crianças adormecidas em todos nós


13 março 2010
Postagenzinha à toa, pra distrair
| A montanha por achar Há de ter, quando a encontrar, Um templo aberto na pedra Da encosta onde nada medra. O santuário que tiver, A verdade, se ela existe, |
12 março 2010
Dizem que foi Einstein quem escreveu
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Emaranhamentos e desembaraços
Somos o que somos quando estamos distraídos de nós mesmos. É preciso sensibilidade aguçada para se perceber a sutileza dos detalhes. Se prestarmos atenção, poderemos ter acesso ao ser que se definitivamente é. E é aí que reside a essência do que poderemos vir a amar. É preciso não perder de vista este instante fugaz e revelador, para que não se ame a roupa pelo usuário — a armadura, pelo cavaleiro; a lingerie, pela dama. Todo este cuidado poderá tornar mais fácil encontrar a equação da felicidade, embora não haja garantias. Da mesma forma que a roupa veste o usuário, mas não se confunde com ele, a felicidade veste o amor, mas não são necessariamente um par constante, ou a mesma coisa. Mas ao menos evita-se o risco de se amar gato por lebre * — sapatos, estilos, casacos, sainhas, chapéus, maquiagem, escovas marroquinas, ternos, prestígio, paletós, esmaltes, perfumes, carros, posição, pastas de couro, laptops, mochilas, batons, pela pessoa que se forja dentro de cada um dos modelos de gente que o mundo pinta, oferece e vende. Aprendemos e repetimos sempre que a primeira impressão é a que fica, mas será esta primeira impressão assim tão reveladora? Será mesmo possível ver, por baixo de tantos "panos", quem se verdadeiramente é? Não sei, não. Mas acho que quando nos distraímos de todos estes "nós", acabamos revelando quem somos nós. Por isso é preciso prestar atenção. O resto é conversa para o botequim, ou quiosque, para os que preferem.09 março 2010
Re-tratos
Hoje viajei para longe. Na ida, passeei sobre as nuvens. Bolotas de nuvens... carneirinhos de algodão. Abaixo, bem abaixo, as cidades — a concretude, a realidade e seus edifícios altos. Dormi no caminho, sonhei. Achei o rumo da certeza e acordei. Guardei o mapa no bolso e segui. Pisei no chão de terra vermelha e me vi só. Andei, andei, andei naquele des-lugar. As árvores do cerrado também dão flor. Quantas vezes fui ali e não percebi que as árvores do cerrado dão frutos que se esborracham no chão da cidade e ninguém parece notar. O que estava eu fazendo ali, nem eu parecia notar. O dia foi-se tingindo de açafrão. Voltei por sobre nuvens que já não estavam lá. Dormi e o mapa da certeza escorregou da minha mão. Se perdeu, se esborrachou na concretude dos edifícios altos da ilusão. Não sei, já não sei. Acho que apenas sonhei um sonho que parecia ser bom. Mas já não lembro... não sei.07 março 2010
Morro da Conceição — que ladeira é essa...
Algumas ruas adiante, fiquei sabendo a história controvertida das casas que pertencem à Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, "todas sem documentação regular", mas que já estão com aluguéis inflacionados pelas notícias de que a Prefeitura tem um projeto de revitalização da Praça Mauá.
Trocamos telefones, nos desejamos boa sorte. E lá fui eu subindo a ladeira para, lá do alto, poder olhar o céu, na ilusão de estar chegando cada vez mais perto.

04 março 2010
Insights quânticos (editado)
Não preciso dizer que estou dedicada a bisbilhotar a existência de nós mesmos dentro desta sopa quântica que é o universo, né não? Pois bem: ando pensando em contar para vocês o que tenho descoberto e que nos afeta diretamente, mas acho que ainda não estou pronta para falar disso de uma maneira compreensível — sabe como é... aquela longa encarnação de jornalista, que descobre coisas complicadas e arranja um jeito de contar de maneira fácil para todo mundo. É, o mundo tem destes mistérios: tornar difícil, para tornar inacessível e delimitar poderes. (Íxi! Gostei dessa! Mandei bem!). Mas então, como eu ia dizendo, tenho cá umas quantices para compartilhar com vocês, mas ainda não é exatamente a história completa. É apenas um dos chamados "insights" que ocorrem quando a gente se dedica a entender certas coisas, digamos, esotéricas. É apenas uma imagem, sobre a qual convido vocês a se debruçarem e encontrar o sentido. Certa vez, em uma postagem, propus que me ajudassem a decifrar um sonho e recebi uma longa interpretação de um(a) visitante anônima(o). Recentemente, até usei um trecho para encerrar uma história que falava de reencontro com personagens, tal a importância que aquela contribuição teve para mim. Então, vou apenas tentar traduzir em palavras o insight que me ocorreu esta manhã, esperando que vocês se sintam à vontade para dar suas visões sobre o assunto.
Acordei muito cedo, para ter tempo de me dedicar a coisas que acho importantes, mas que normalmente o dia-a-dia não permite e nem comporta e que a mais ninguém parece importar. Era apenas uma leitura, que tratava de nosso mais profundo ser, dos sentimentos perfeitos que nascem conosco e como os vamos construindo/alterando/desprezando/deturpando/preferindo etc. ao longo da existência. Obviamente que dentre todos os sentimentos ali analisados, o amor coupava lugar primordial. Quando leio, constumo tentar comparar o que estou lendo com os fatos da vida real. E foi aí que ocorreu o insight, sobre relacionamentos que duram muito, mas "acabam" e, estranhamente, "permanecem" transmutados em sentimentos de mágoa, rancor, e aquele mundo de coisas tristes que todos conhecemos tão bem e que vocês sabem que eu não gosto de ficar descrevendo. A imagem que me veio foi a seguinte:
Um casal de pé, um de frente para o outro, com os pés invertidos, virados para trás. Sempre que tentavam se aproximar mais "intimamente", no sentido mais existencial da compreensão do "ser", eles caminhavam na direção oposta. Os pés invertidos os afastavam cada vez mais. A solução para isso me pareceu simples: bastava que virassem de costas um para o outro e andassem como se estivessem caminhando para a frente, cada um para seu próprio caminho. Quem sabe então o desejo se libertasse dos pré-concebidos que a as aparências impõem. Iriam, naturalmente, acabar se aproximando tanto que talvez até promovessem uma espécie de simbiose, ou atravessamento, sei lá (eu e meus exageros...). Mas me ocorreu o seguinte, sobre a realidade daqueles dois seres imaginários: nenhum dos dois queria perder o outro das vistas (vejam: eu não disse "de vista", mas das vistas...não me perguntem por que e nem o que isso pode significar). A angústia certamente se instalaria se isso acontecesse; talvez a mágoa e coisas inexplicáveis também ocorreriam, pondo um no outro a causa do afastamento, do desamor, do abandono, deixando que cada um sofresse a pressão da sua própria interpretação do que "via" ao olhar para o outro. Pensei que ao final cada um acabaria seguindo em frente, se distanciando até se perderem "das vistas", abrindo cada vez mais o abismo. Mas também pensei que embora se perdessem "das vistas", jamais deixariam de se olhar ou olhar para o lugar onde havia o outro. Este é o insight que compartilho para a reflexão de vocês.
Aguardo a contribuição de vocês!
03 março 2010
Do amor e sua infinita graça
02 março 2010
As vírgulas do universo
Barão Vermelho, em releitura do velho e bom Erasmo (e Roberto Carlos... ah, vai... ele também é bonzinho...rsrs.), na música "Quando".
Íxi!!!! Não encontrei no Youtube. Fico devendo esta, mas tentem encontrar, porque ficou bacana com o Frejat. Mas como no universo até as vírgulas são construções entre várias partes, ouçam esta segunda música, que veio na sequência de "Quando". O velho e sábio Raul...
H.
TENTE OUTRA VEZ
(Raul Seixas)
Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez
Beba
Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não não não não
Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça agüenta se você parar,
não não não não
Há uma voz que canta,
uma voz que dança,
uma voz que gira
Bailando no ar
Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez
Tente
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez
28 fevereiro 2010
Dois koans
Correu por todo o Kinpur a notícia de que um iluminado hindu se encontrava em “estado de orgasmo” ininterruptamente há mais de duas semanas, num mosteiro zen próximo a Ayantavar, no sul da Índia. Benien era um jovem monge recém-admitido entre os andarilhos-pedintes — uma espécie de “ordem” tão rigorosa que era incapaz de aceitar até mesmo os mais famosos Mestres, justamente porque eram famosos e isto, segundo eles, constítua sério empecilho. Pois o jovem pediu permissão para uma viagem a Ayantavar, com o exclusivo propósito de conhecer o monge em gozo orgásmico há duas semanas seguidas.
– Seguirei anônimo e voltarei ainda mais anônimo – comunicou ao Mestre, acrescentando que, desse modo, provavelmente arrrancaria do iluminado monge o segredo de seu espantoso orgasmo.
– E para que aspiras a tamanho orgasmo, Benien? – perguntou-lhe o superior, com um rir de olhos que era pura malícia e ainda mais pura sabedoria.
– Ora, Mestre, e alguém por acaso não o desejaria?
– Benien, o sábio de Ayantavar, precisamente ele já não o deseja mais...
– Como assim? – perguntou o jovem.
– Há mais de três dias que o iluminado hindu faleceu para esta encarnação, Benien.
– Morreu? De quê?
– De sede, Benien. Ninguém fica duas semanas sem beber água...
O VÔO DOS POMBOS
Nos intervalos dos exercícios com o arco-e-flecha, o Mestre treina o discípulo num jogo mágico:
– Eis nova revoada de pombos. Fixe-os bem na memória e depois feche os olhos.
– Fixei, Mestre, e já estou com os olhos fechados! Quanto tempo devo permanecer assim?
Depois de esperar alguns minutos, apressa em pedir que o discípulo abra os olhos novamente.
– Agora, me diga, quantos pombos havia no céu?
– Quinze, Mestre! Se não erro, quinze!
– Estes são os teus quinze pombos porque os meus são trinta.
– E quem de nós está certo, Mestre?
– Certamente nenhum de nós. Cada qual contou os pombos que lhe interessavam...
Boa semana.
Hanna
26 fevereiro 2010
Apelando para o universo
Hanna Bobona
Amar sempre vale a pena
"Com sua ajuda tranqüila e serena
Vou aprendendo que amar vale a pena
Que essa amizade é tão gratificante
Que esse diálogo é muito importante..."
Guilherme Arantes
24 fevereiro 2010
Historinhas verdadeiras de Hanna
Lá, ela assume com responsabilidade o que será seu perfil de blogueira — a defesa de um mundo melhor. Estou há dias pensando no que escrever para dar boas vindas a Steffany. Muitas histórias me ocorreram, mas hoje acordei pensando que o melhor seria contar uma história verdadeira, lá do fundo do baú de histórias de Hanna. Pois bem, Steffany, esta é na medida pra você:
H.
21 fevereiro 2010
Leva a mal não... mas o Fogão é campeããããããoooo!!!!!
Mergulho no Lago Azul
19 fevereiro 2010
Venham todos!!! O Circo chegou...!!!!
Vamos dar início ao fantástico espetáculo do maior circo da Terra!!!
Um circo mágico que está guardado no coração de cada um de todos nós!!!!!!!!!
















