quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Confissões de Hanna


Tenho que confessar um coisa: eu adoro ser tratada com carinho, com gentileza, com cortesia, simpatia, alegria, sinceridade verdadeira, aconchego. Pode parecer frescura, carência... Mas não é não... ou não...rsrs. Acho que no fundo todo mundo gosta, mas eu acho que gosto um pouco demais. Vai ver que é por que sou dada a uma certa demasia, aos exageros e alegrias. Mas ontem, durante algumas horas, quase sucumbi de tristeza por imaginar que não tivera qualquer atenção em uma interlocução. Fiquei tentando consolar a mim mesma, elaborando psicanaliticamente a situação. Mas foi aí que percebi que era tudo uma questão de....tempo... ou de precipitação....ou não!...rsrs. O fato é que, algumas horas depois, vi que eu estava, sim, sendo tratada com relavância, elegância, carinho, atenção, delicadeza, cuidado. Meu coraçãozinho bobo ficou feliz como o Doti7...rsrs. E quando fico feliz e tranquila tenho a  tendência a dormir demais. Acordei às onze e perdi a primeira parte do meu dia... ou não...
Beijos e carinhos excessivos de Hanna para todos.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Calma!!! Eu sei contar!

O Anônimo(a) engraçadinha(o) voltou!!!! Estava sumido(a), hein.. Seja bem-vinda(o).
Vejam só o comentário altamente identificável:

Anônimo disse...
Tendi não... Não eram quatro comentários? Ou são dois comentários comentados, noves fora, quatro? Bjsjsjs...rsrsrsr

Faz sentido, tenho que admitir. Mas convenhamos: em nenhum momento eu disse que comentaria os quatro. Até porque eram só três..hahahah.
Ei-los, então:

Doti7 disse...
Nossa Hanna, eu achava apenas q vc ia escrever um testinho e tal , mas vc escreveu a mlhor homenagem pra mim, eu fiquei realmente feliz quando li aquilo, fiquei tão feliz...
OBRIGADU MESMO, TE ADORO !!!!
SUUUUUUUPER BEIJO
Doti7
5 de Dezembro de 2009 14:23

Anônimo disse...
E os anônimos q gostam das bobagens de Hanna???? Como é q ficam????
Um Grande Beijo
Tudo bem sem mágoas!!!!
Vou continuar bisbilhotando e te admirando.
Um grande beijo
5 de Dezembro de 2009 22:56

Ixi, caramba! E não é que eram mesmo quatro!!!! Já sei o que foi que aconteceu. Sabe aquelas contas de "vai um", pois é... foi...rsrsrsrs
Beijos meus indispensáveis e queridos anônimos.
H.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Será que o amor é isso?

Olá, meus sempre e tão amados seguidores, visitantes, leitores declarados e anônimos, passantes de todas as categorias de pequisa do Google, gente de todos os matizes e os flamenguista em especial  — há que se reconhecer, é ou não é?
Pois é: Hanna acordou feliz como um passarinho. Aí vem um de vocês e tasca lá: e como é que você sabe que passarinho é feliz? Não sei; eu só sei que nunca vi passarinho ficar pensativo, parado em algum lugar; ou sequer olhando pra você mais do que o tempo suficiente para apenas ver, sem julgar, ter opinião, a primeira impressão...hehehe. Eu só sei que é assim. Mas enfim: acordei às 10h30 e abri a janela do Sobretudo. Pessoal, nem acreditei!!! Quatro comentários... isso mesmo: quatro COMENTÁRIOS ao mesmo tempo. Uaaau!!!! Exultei de alegria e cursiosidade. Fui logo saber quem e o que escreverem esses quatro, que logo percebi que eram apenas três. Mas três queridos comentários que inflaram de alegria o domingo de Hanna. E, como vocês são meu assunto preferido, vou fazer deste fato inebriante a postagem de hoje. Espero que agrade a todos, mas principalmente aos três que comentaram e me deram o gancho da conversa e das histórias. 



Comentário sobre o primeiro comentário à postagem 
"O amor é outra coisa" 

"Nossa Hanna!
Estou bobo, todo mundo fala que agente não consegue descrever o amor, i eu achava que isso era verdade até ler esse texto. Para mim não é surpresa que vc faça isso, pq vc tem a moral de fazer apenas coisas lindas e legais.
Abraços e beijos.

Doti7".

Como já contei pra vocês poucas postagens abaixo, o Doti7 é um cara de 12 anos, que eu não conheço (vai ver que tem, na verdade, uns 40...hahaah) e que acompanha dedicadamente as bobagens de Hanna. Já declarei que é uma honra ter o Doti7 por aqui, mas por esse comentário eu juro que não esperava. Veja como tenho razão quando digo que até para escrevre bobagens a gente tem que pensar em quem nos dá crédito e ter uma certa responsabilidade afetiva e ética na parada. Vejam só que coisa séria: um cara de 12 anos descobre o que é o amor pela postagem de um blog que fala sobretudo de qualquercoisa, feito passarinho. Sinto-me, caros passantes, na responsabilidade de responder publicamente. E antes de qualquer coisa, devo lembrar que o texto da tal postagem é tirado do Twitter "oamorheoutracoisa", que achei muito engraçado e por isso divulguei aqui. Foi o Eduardo Germano quem me apresentou esse Twitter. Pois bem: Querido amigo Doti7, É como diz o texto: "o amor é outra coisa". Você tem razão quando diz que ninguém consegue descrever o amor. Talvez seja porque ele é indescritível e não tenha mesmo definição. Pelo menos não para nós, habitantes deste planeta em risco de extinção por mau uso, e tão limitados. Como você deve saber, já que acompanha as bobagens de Hanna, eu acredito que aquilo que não sabemos e por isso não acreditamos que possa existir faz mais sentido do que tudo o que vemos. Pensamento quântico-esotérico-amoroso, digamos. Otimismos quântico-científicos-exotéricos de Hanna. Percebe a diferença entre esotérico e exotérico? Não? Pois bem:  acho importante explicar — parênteses rápidos: 
 
Esotérico, do latim esotericu, em grego, esoterikós. Diz-se do ensinamento que, em escolas filosóficas da antiguidade grega, era reservado aos discípulos completamente instruídos; todo ensinamento ministrado a círculo restrito e fechado de ouvintes; ou ainda todo ensinamento ligado ao ocultismo; em linguagem figurativa, significa tudo o que é compreensível apenas por poucos; obscuro, hermético. 
Exotérico, do grego exoterikós, em latim exotericu. Ensinamentos que eram  transmitido ao público das escolas da Antiguidade grega sem restrição, pelo interesse generalizado que os gregos tinham pelo tema e a forma acessível em que podia ser exposto, por se tratar de ensinamento dialético, provável, verossímil. 

Como você pode ver, meu querido Doti7, eu transito entre o grego e o Latim nestas questões de interesses aleatórios (sou metida pra carái*,  né não?...hahaha)Nariz de cera à parte, não tente entender aquilo que transcende a nossa pequenez, meu lindo. Deixe acontecer e viva. E acredite: acontece a toda hora! Em qualquer idade! Desde sempre! E sempre! Por e para todos! Então, só tenho o seguinte a acrescentar às frases do pessoal que mandou bem essa  história no Twitter: 

— O amor não faz você enlouquecer de vontade de estar em simbiose com a outra pessoa. O nome disso é tesão. Amor é outra coisa... 
— O amor não é um ataque incontrolável de tesão. O nome disso é testosterona, o hormônio responsável pela libido tanto masculina quanto feminina. Amor é outra coisa... 
 E vá acrescentando tudo aquilo que você acha que o amor NÃO é. Por eliminação, quem sabe você acaba descobrindo o que É... 
E se descobrir, não deixe de contar pra gente, valeu? 
Beijos e abraços, Doti7! 

* Carái: copyright Rodrigo Lariú, fundador do famosíssimo selo Midsummer Madness,  frequentador assíduo do  Fanzine do Globo. Yeah!  

  
Comentário sobre o segundo comentário à postagem 
"O amor é outra coisa"  

Anônimo disse...
"Valeu Hanna!!! Muito legal mesmo!!! Deu pra dar uma relaxada. Sei q muitos já falaram e tentaram explicar, mas já q "o amor é outra coisa", o que seria ou é pra vc o amor???
Um grande beijo. "

Ai, carái... anonimatos me dão comichões, sabiam? Fico louca pra saber quem são. Faço altas elaborações de análise do discurso para sacar as pistas, mas acabo deixando pra lá, em função da preferência por  imaginar quem possa ser para construir cenários, jogos de luzes e fantasias, poesias, textos, mesmo errando todas e a criatura sendo  mesmo, apenas,  um(a)... anônimo(a). Mas enfim: pelo menos acaba sobrando algumas mal traçadas linhas para compartilhar com vocês. No fundo, também adoro os anônimos e anônimas.  Já deu pra perceber que estou enrolando para responder, né não? Então tá.

Cara pessoa anônima,
Rir é bom, né? Relaxa... Mas como diz o Frejat, rir de tudo é desespero. Nossa... não tinha uma perguntinha mais fácil? Eu acho que disse lá no início, mais ou menos, o que eu penso que seja o amor. Mas acho que você mandou bem na pergunta. Boas perguntas são aquelas simplérrimas, mas que têm o poder de deixar o interlocutor numa espécie de sinuca de bico (alguém, por favor, pode explicar pro Doti7 o que é isso?). Ou a criatura responde de uma tacada só, quando se presume que poderá ser verdadeira e sincera sobre os fatos; ou será levada a refletir para responder. É claro que sempre haverá a chance de mentir para sair do desconforto, mas para isso há que se ter muito talento. E este eu juro que me falta.  Eita, enrolada besta...
Pois bem: devo dizer que decido por fazer como o saudoso Leonel Brizola em suas interessantes entrevistas e responder algo inusitado, que nada tem a ver com a pergunta, mas com a minha própria vontade de dizer. Pode ser? Sendo assim, quero aproveitar esta importante e oportuna pergunta para esclarecer o que me ocorreu quando desisti de fazer a análise do discurso do comentário, de forma a dar lugar às elocubrações edonistas tão comuns nestas geminianices de Hanna. Sim, minha querida pessoa anônima, rever os melhores momentos da vida e pensar que ainda podem voltar faz um bem danado, mesmo que a imaginação esteja superestimando os fatos. Se estiver, como não passa mesmo de imaginação, não vai afetar o real da vida. Mas pode deixar uma espécie de perfume de possibilidades no ar. Um daqueles da marca "será?..."; ou então daquela outra, do tipo "bem que podia ser...". Mesmo que a deliciosa possibilidade seja a de reafirmar uma decisão que foi somente sua e que a imaginação te leva a novamente ter o prazer (às vezes sádico, às vezes mórbido...rsrs) de confirmar. Algo como: "não acredito que fiz isso; de novo, nem pensar; ainda bem que passou; nossa... como fui tonta; cruz credo, desconjuro".  E depois, quando a gente volta para o agora, sente a vida  real e o que concretamente existe, com todas as belezas verdadeiras e, ainda mais, novas possibilidades — inclusive as de voltar a fazer as bobagens que jurou nunca mais repetir! Que Deus nos guarde...rsrs. Mas aí pensei:
"Quem será? Hummm... será que alguém que eu quis e não me quis? Ou será alguém que me quis e eu não quis? Pode ser alguém que eu nem conheça;  mas também pode ser alguém que eu pensava que conhecia e me enganei. Quem sabe alguém com quem eu gostava de conversar e me esqueceu? Ou que gostava de conversar comigo e quem esqueceu fui eu? Estava assim, revirando o baú de lembranças, quando um passarinho chegou afobado e pousou quase ao meu lado. Olhou para um lado,  para o outro, olhou para mim e saiu batendo asas e esvoaçando meus pensamentos pelo ar; e todos eles foram sumindo feito fumaça ao vento. O sinal abriu e eu atravessei, deixando tudo para trás. Ao chegar ao outro lado da rua, já havia decidido que a postagem de hoje seria sobre o quanto amo todos vocês que passam por aqui e deixam suas impressões e registros. Mui querida pessoa anônima, eu te pergunto: você acha que isso pode ser amor? E assim devolvo a pergunta que acho que não tenho competência para responder. Gostou?
Um grande beijo pra você  e um abraço longo e apertado.
Da Hanna que a todos ama mesmo sem que para isso haja qualquer definição.
Bom domingo, pessoas!!!!!!
H.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O amor é outra coisa

Olá, pessoas! 
Bobagens básicas para alegrar a sexta chuvosa de quem resolveu não ficar em casa, mas acabou ficando. É do Twitter oamorheoutracoisa. Besteirol engraçadinho... Espero que se alegrem.

Beijos da Hanna
(que decidiu ficar em casa...rsrs)


O amor não renova suas energias e cura seus males. O nome disso é Cogumelo do Sol. O amor é outra coisa.
O amor não te enche de flores. O nome disso é funeral. O amor é outra coisa.
O amor não faz você chorar sem motivos. O nome disso é cebola. O amor é outra coisa. 
O amor não nos faz perder a noção do tempo. O nome disso é horário de verão. O amor é outra coisa.
O amor não faz vc vestir as melhores roupas. O nome disso é entrevista de emprego. O amor é outra coisa. 
O amor não te dá a chance de mudar o que está diante de você. O nome disso é controle remoto. O amor é outra coisa. 
O amor não faz você esquecer dos problemas que te afligem. O nome disso é mal de Alzheimer. O amor é outra coisa.
O amor não faz você se sentir em outro mundo. O nome disso é autismo. O amor é outra coisa.  
O amor não te deixa eternamente ligado a uma pessoa. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa. 
O amor não faz você dar suspiros. O nome disso é dia de Cosme e Damião. O amor é outra coisa.
O amor não te leva ao Paraíso. O nome disso é metrô de São Paulo. O amor é outra coisa. 
O amor não tira suas defesas. O nome disso é HIV. O amor é outra coisa
O amor não te pega desprevenido e te impulsiona para frente. O nome disso é topada. O amor é outra coisa. 
O amor não te deixa com friozinho na barriga. O nome disso é desinteria. O amor é outra coisa.  
O amor não faz o coração bater mais rápido. O nome disso é arritmia. O amor é outra coisa.
O amor não te sincroniza com o outro. O nome disso é Bluetooth. O amor é outra coisa. 
Amor não faz seu coração crescer. O nome disso é doença de chagas. O amor é outra coisa.
O amor não é compartilhar absolutamente tudo com o outro. O nome disso é comunismo. O amor é outra coisa.
O amor não é uma sucessão de fantasias. O nome disso é Sapucaí durante o carnaval. O amor é outra coisa.
O amor não dá sentido ao que está diante de você. O nome disso é legenda. O amor é outra coisa.
O amor não é aquilo que entra no o coração quando você menos espera. Isso é bala perdida. O amor é outra coisa.
O amor não faz a gente perder a cabeça. O nome disso é guilhotina. O amor é outra coisa.        

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Se for isso, esqueçam!

Esqueçam. Eu não vou usar este espaço para falar da corrupção do José Arruda, governador do DF pelo DEM, que foi flagrado por uma câmera recebendo propina e cujos vídeos foram divulgados neste fim de semana. Também não vou falar do médico que usou Superbonder para curar doença rara em cérebro de um bebê; nem da estupidez do cardeal que disse que os gays ofendem a Deus e que jamais entrarão no reino dos céus. Muito menos da CPI instalada hoje na Assembleia Legisaltiva para investigar denúncias de tráfico de influência e venda de sentenças judiciais no processo eleitoral, envolvendo o desembargador Roberto Wider, ex-presidente do TRE-RJ, e o lobista e estudante de direito Eduardo Raschkovsky. E muito menos do enterro do Lombardi, a "voz" do SBT. Isso tudo me dá depressão!!! Mas muito me interessa falar que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de jornalismo para o exercício da profissão. O texto acrescenta um artigo na Constituição, exigindo o diploma de curso superior de comunicação social, com habilitação em jornalismo. Para os colaboradores de opinião nos veículos de comunicação, o diploma não será obrigatório. Acho que ainda tem muito jogo pra rolar neste gramado, mas já dá para começar a pensar em melhorar o currículo dos cursos de jornalismo para que não se corra mais o risco da cassação do diploma.

H&J

O que será que está acontecendo?!

Ai... estou preocupada e já começando a ficar carente! A esta hora, quase uma da tarde, pelo menos uns 20 queridos visitantes já teriam dado uma passadinha pelo Sobretudo. Olhei agora o reloginho e somente três... é.... TRÊS visitantes. Será que foi a postagem daqueles dois aí embaixo? Olha, gente... era só uma brincadeira, viu? E o Chico Science era uma cara muito do bem. Não me interpretem mal... Ou será que todo mundo está na fila dos ingressos para ver o (argh) Flamengo ser campeão?

VOLTEM!!!! 
Sem vocês, meus amores, eu não sou ninguém....buááááááááa....

Hanna Chorona, a volta!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Como dizia Chico Science...

"....Roberto Carlos é o Rei do iê-iê-iê...".

Yeah!!!!
E o bonequinho azul se esborracha de rir...hahahahaha
H.