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25 fevereiro 2008

Os amigos, comemorando o aniversário da Beth

E segue a suíte da postagem sobre o aniversário da Beth, dona do Pavão Azul. Pretendia passar lá para pegar os créditos das fotos, mas o fim de semana foi agitadíssimo, culminando com a derrota do Botafogo e vitória do Flamengo (isto é o que se pode chamar de "insenção jornalística"...rssss).
Mas para não deixar a galera ansiosa, seguem as fotos, esperando que os fotografados se identifiquem e falem de si mesmos nos comentários (ou pela "cartinha" para os mais tímidos); dêem seus créditos, que depois eu completo a coluna. Ah! Informações jornalísticas relevantes: rolou chope de graça neste dia e o Pavão Azul fica na Rua Hilário de Gouvea, em frente à 12a. DP, em Copacabana.
E a todos, uma ótima semana!
Beijos, da Hanna.
(só para não perder a oportunidade de fazer uma daquelas minhas rimas pobres...) .

23 fevereiro 2008

Salve, Beth!!!! Felicidades o ano todo!

Esta é a novidade que prometi algumas postagens abaixo, mas, com sempre, demorei a entregar — ah, como é bom dar notícias sem o chicote do dead line nos obrigando a fazer com pressa o que gostaríamos de fazer no tempo apenas da precisão... Mas vamos aos fatos!
Atrás do bolo, a Beth! Aniversariante comemorada efusivamente pela freqüência qualificadíssima do melhor boteco do Rio de Janeiro, o PAVÃO AZUL. E não estou puxando o saco do Pavão ao dizer isso. Ele foi eleito o melhor da cidade pela Revista Rio Show, do Globo.
Não vou postar todas as fotos do evento right now, mas ao longo do final de semana, para cativar ainda mais esse meu público amado, que curte minhas bobagens esotérias e nem um pouco jornalísticas.
Ah! O crédito das fotos! E esse crédito merece constar do texto, em corpo igual (para quem não sabe, "corpo" é o tamanho das letras. Já repararam que o nome dos fotógrafos aparece sempre pequenininho nos jornais e revistas?) As fotos desta notícia altamente social foram feitas por Maria Carmem Tatagiba, escritora e uma das mais conceituadas profissionais da área de Psicologia Organizacional. Os amigos da Beth, da Vera e do Sérgio, donos do boteco, são seletíssimos, ou seja, TODA a clientela! A irmã do Rodrigo Lariú, publicitária que mora e trabalha em Londres, fez questão de conhecer o Pavão quando esteve recentemente no Rio. E nas fotos vocês vêem: Beth com o bolo; Sérgio com a Beth; Beth com a Vera; Pavão Azul com a Beth, ladeados (gostaram do "ladeados"?) pela já citada Maria Carmem (à direita) e pela psicanalista Cristine de Moraes.
Chiquéééérrimo esse Pavão!
E aguardem novas fotos desta notícia. Neste final de semana vou cumprir todos os meus compromissos e promessas, acreditem. Todos os beijos que as colunas sociais permitem. Até...



As intenções criam a realidade. Que as nossas sejam boas!


"Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos do nosso Sistema existe uma comunidade de espíritos puros e eleitos pelo Senhor Supremo do Universo em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias"

"Caminho da Luz" (p. 16)

Emmanuel (Chico Xavier)

Eu gostaria que meus amigos — todos os meus amigos ao mesmo tempo — aparecessem esotericamente no meio da minha sala de estar. E lá estivéssemos, todos, ao mesmo tempo, pelo tempo que magicamente quiséssemos. Às vezes, somente às vezes. Portanto, sintam-se todos os meus amigos efusivamente abraçados, beijados e comemorados, como se aqui estivessem.
E o fim de semana já chegou! Que seja bom para todos!

17 fevereiro 2008

Da vida e de como decidimos o que ela é

A realidade de cada um de nós é um sistema engendrado por nossas ações — das mais simples às mais complexas; das mais oportunas às mais nefastas. Nós fazemos o que vivemos e assim, sem perceber, acabamos construindo o que somos; depois, o que somos acaba determinando o que fazemos...
As decisões nefastas nos fazem andar em círculos e nos afastam de qualquer possibilidade que nos leve ao que precisamos. Sim, a palavra é "precisar", porque a palavra "querer" supõe uma autonomia de vontade que os processos circulares não permitem. Pensamos querer o que achamos que precisamos para mitigar a aflição de espírito e, assim, ampliamos ainda mais o fosso que nos separa da real vontade e da plena satisfação.
Vendemos o que resta do acervo de nossos valores no mercado voraz da solução paliativa para as dores que só têm alívio com a vertigem da queda. E caímos a cada dia um tanto a mais, levando junto o que conseguimos agarrar; o espectro material daquilo que não conseguimos ver.
Mas nada nos impede de dizer "basta"!
Dará uma certa tonteira, uma sensação de desequilíbrio, mas quando a roda pára, se está de frente para o caminho. Anda-se meio cambaleante, meio inseguro, achando que se está longe do ponto de chegada. Mas tudo isso será apenas a ilusão que a viciação em andar em círculos provoca aos sentidos. O ponto de chegada fica apenas a um milímetro de distância.
Mas a quantos terá sido dada a coragem de cair e se por de pé por sua própria vontade? De reconhecer a necessidade de aceitar as mãos que se lhes estendem? A não muitos, certamente.
Para os outros existem os recursos do aprendizado pela experiência e a divina chance de repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, repetir....
Há que se ajudar as vítimas da fraqueza e da covardia, mas sem nunca esquecer que não é oportuno assumir-lhes os carmas, inibindo suas chances de reconstrução.
E que Deus nos surpreenda com sua infinita generosidade.
Bom domingo a todos, sem exceções.
Como de sempre, amor.

16 fevereiro 2008

Pensamentos profundos, por empréstimo

"A questão é:
Certas, na verdade muitas, para ser sincero, todas as coisas não são da minha conta; não fazem parte de mim, nem caminham comigo. Então as respeito não lhes dando importância... e atravesso quando elas passam. Deixá-las livres é ignorá-las por completo — evito pra elas e pra mim o conflito. Não existindo conflitos no meu caminho, posso dizer que acho que caminho igualmente livre."
Leo Xisto (reflexões achadas entre poesias)

15 fevereiro 2008

Fernando, pessoas! Mas antes que a semana acabe, prometo novidades

Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,

Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.

Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
(Fernando Pessoa)
Beijos e muita paz.

11 fevereiro 2008

Divagando...apenas divagando.

Sobre anjos e ilusões (reedição)

Quem poderá nesta terra ter pisado sem sentir por todo o corpo o calor que vem do chão? Quem poderá neste rio ter entrado sem ter o corpo absorvido por vontade e própria decisão? Quem, em sã consciência, terá resistido aos desvios, aos atalhos, às margens oferecidos pela paixão... quem? Quem poderá dizer que passou por esta terra sem ter sucumbido, ao menos uma vez? Os anjos, talvez os anjos. Eles não sabem o que é ilusão.

10 fevereiro 2008

Quando o Rio era feliz e não sabia...


Coincidências são elegâncias da providência divina

Um amigo me enviou hoje esse poema do Vinícius de Moraes. É lindo e chegou na hora certa. Acho que o mundo anda padecendo de uma certa carência do sentimento de amizade. Acho que esquecemos o que é ser amigo — ou pelo menos como ser amigo. E não vai aí nenhuma crítica a quem quer que seja. Qualquer semelhança é mera coincidência, juro.
Pro-Procura-se um amigo

Procura-se um amigo.

Não precisa ser homem,

basta ser humano,

basta ter sentimento,

basta ter coração.

Precisa saber falar e calar,

sobretudo saber ouvir

o que as palavras não dizem.

Tem que gostar de poesia,

de madrugada, de pássaros,

das estrelas, do sol, da lua,

do canto dos ventos

e das canções da brisa.

Deve ter amor,

um grande amor por alguém,

ou então sentir falta de não ter esse amor.

Deve amar o próximo e respeitar a dor

que os passantes levam consigo.

Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Não é preciso que seja de primeira mão,

nem é imprescindível que seja de segunda mão.

Pode já ter sido enganado,

pois todos os amigos são enganados.

Não é preciso que seja puro,

nem que seja de todo impuro,

mas não deve ser vulgar.

Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e,

no caso de assim não ser,

deve sentir o grande vácuo que isso deixa.

Tem de ter ressonâncias humanas,

seu principal objetivo deve ser o de amigo.

Deve sentir pena das pessoas tristes

e compreender o imenso vazio dos solitários.

Deve gostar de crianças

e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos,

que se comova quando chamado de amigo.

Que saiba conversar de coisas simples,

de orvalhos, de grandes chuvas

e das recordações da infância.

Preciso de um amigo para não enlouquecer,

para contar o que vi de belo

e triste durante o dia,

dos anseios e das realizações,

dos sonhos e da realidade.

Deve gostar de ruas desertas,

de poças d´água e de caminhos molhados,

de beira de estrada, de mato depois da chuva,

de se deitar no capim.

Preciso de um amigo que diga que vale a pena viver,

não porque a vida é bela,

mas porque já tenho um amigo.

Preciso de um amigo para parar de chorar.

Para não viver debruçado no passado

em busca de memórias perdidas.

Que bata nos ombros sorrindo e chorando,

mas que me chame de amigo,

para que eu tenha a consciência de que ainda vivo.

(Vinícius de Moraes)

09 fevereiro 2008

Ops...!!!!

"Tudo o que somos é resultado do que pensamos. A mente é tudo. Nós nos tornamos aquilo que pensamos."
Buda
(Em física quântica, fala-se em "domínio da mente sobre a matéria", mas é a mesma coisa. Interessante... e assustador, não?Take care of your mind.)

08 fevereiro 2008

Isso é Nietzsche... Ecce Homo

"É própria em mim uma sensibilidade completa e sinistra do instinto de limpeza, de modo que eu percebo fisicamente — farejo — a proximidade ou — o que estou dizendo? — as partes mais internas, as "entranhas" de todas as almas... Eu tenho antenas psicológicas nessa sensibilidade, com as quais apalpo todos os segredos, me apossando deles: a imensa sujeira escondida no fundo de algumas naturezas, talvez condicionada pelo sangue ruim, mas caiada pela educação, eu já percebo quase ao primeiro toque. Se é que observei corretamente, essas naturezas insuportáveis ao meu asseio sentem — elas também — as precauções do meu asco: mas nem por isso passam a cheirar melhor..."

07 fevereiro 2008

Da categoria das provocações - I

"Perguntar abre a porta para o caos, o desconhecido e o imprevisível. No momento em que fazemos uma pergunta cuja resposta desconhecemos, despertamos para todas as possibilidades. Estamos prontos para receber uma resposta de que não gostamos ou com a qual não concordamos? E se a resposta nos deixar desconfortáveis ou nos tirar da área de segurança que construímos para nós mesmos? E se a resposta não for o que desejamos ouvir? Para fazer uma pergunta não é preciso força; é preciso coragem." (F. A. Wolf)

E o que seria uma grande pergunta? Uma grande pergunta seria algo capaz de mudar o rumo da vida. Mas a maioria de nós prefere a zona de conforto do que sabemos, ou do que pensamos saber. Like an ostrich.
Não é garantido que encontraremos as respostas que procuramos ao fazer perguntas; mas o importante é fazermos as perguntas certas. As perguntas são como um portal para as mudanças.
Segundo Wolf, Einstein considerava que uma das definições de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente, esperando chegar a um resultado diferente. Essa foi grave! Mas só para finalizar: está em
What the Bleep do We Know. Uma entidade chamada Ramtha, que teria viviado há 35 mil anos, disse em uma de suas "incorporações" que "todas as coisas importantes são realizadas com o coração despreocupado!". Quem não sabe por onde começar a perguntar, está aí uma boa sugestão. Inté.

06 fevereiro 2008

Esses lindinhos estão sendo doados

Habilitem-se os que quiserem,
que eu repasso o contato.

Acabou o Carnaval

Mudei de idéia - e mudar de idéia, embora seja traço e privilégio dos geminianos, deveria ser atitude comum a qualquer um. Mudei de idéia e já não vou contar a história que prometi na postagem abaixo desta. A história da lente de contato esotericamente achada... essa foi demais... mas não vou contar. A parte dos óculos perdidos não tem mesmo a menor importância. Mas não posso deixar de informar o nome do bloco "pra ninguém botar defeito". É o Bloco do Clube do Samba, fundado pelo saudoso João Nogueira há uns 26 anos - ou 29, não sei bem. Tudo o que estarreceu meu amigo (do blog Pode Bulir) nos outros blocos não passou nem perto do bloco do Clube. Foi demais...gente da melhor qualidade, samba em homenagem a Cartola, alegria para todos — inclusive mulher, filhas e sogra, viu, Mana! Ano que vem, escolha melhor em que bloco vai passar seu carnaval.
Mas amanhã será outro dia... e quem sabe mudo de idéia novamente.
Enquanto isso não acontece e o dia não amanhece, beijinho especial para o anjo lindo que teve a lente encontrada duas vezes na mesma noite no asfalto molhado. Quem encontrou a lente? Ele jura que foi um outro anjo lindo, de asas douradas — anjos de sexos diferentes, esclareço.
Coisa esotérica...
Beijos, amados.
Na imagem, a peninha de uma das quatro asas, não sei exatamente de qual, mas que prova que essa história é absolutamente real.

Um bloco pra ninguém botar defeito

Já que vocês pediram que eu continuasse "casual", então tá. Mais tarde — porque já são três e qualquer coisa da manhã da quarta de cinzas — vou contar uma história fantástica de uma lente de contato perdida duas vezes no asfalto molhado por onde passava um bloco já à noite e encontrada as duas vezes, acreditem! E de um óculos de sol Empório Armani perdido para sempre. Entre os dois eventos, um episódio à parte, digno, digamos, de ser exibido na Fox... Ah, também vou falar do bloco que salva a honra do carnaval carioca, contradizendo a péssima experiência de um amigo blogueiro que foi no Bola Preta, no Que Merda é Essa, no Simpatia e sei eu mais onde. O resto são apenas cinzas... aguardem. Enquanto esperam, piadinha chic aí embaixo. Fiquem na paz, que agora vou dormir.

05 fevereiro 2008

Eiê!!!!!!

Estou sentindo falta daquele meu amigo que falava de ócio criativo, enquanto tomava vodka em copo verde. O que andará lendo nesses dias de ócio?

04 fevereiro 2008

O pó da estrada

Ah, que grata surpresa! Pedi comentários e os tive. A maioria, como sempre, prefere clicar na cartinha e postar um e-mail. Talvez estejam apostando na minha desatenção e, dessa forma, o assunto a que o comentário se refere vem colado — tá bom... afinal, quem me mandou revelar que sou geminiana, né? Apenas Ouro Preto postou comentário publicamente. Valeu! E a opinião dele, coincidentemente, reflete e resume os e-mails que recebi (inúmeros! coisa de uns seis...). Todos esculhambaram meu "estilo 2008" (coisas de leitores... nunca percebi que tinha estilo) e declararam que "me visitavam apenas por mim" - que lindinho esse do Sextante. Entendi, em resumo, que a galera adora ver minha jugular jorrando, as lágrimas me afogando, minha alma nua, exposta em praça pública, como no tempo em que queimavam mulheres nas fogueiras, apenas porque tinham uma capacidade incomum de amar. Claro que esse não é exatamente o meu caso; sou apenas uma bruxa mesmo... daquelas boazinhas, acreditem.
(Parênteses: se digo que sou bruxa, todos acreditam; mas se digo que sou daquelas boazinhas, tenho que jurar. E se disser que sou anjo? Aí ninguém vai mesmo acreditar. Mas em bruxas, todos acreditam, né? Tão tá... fecha parênteses).
Devo então explicar a meus imprescindíveis leitores que em todas as postagens, seja em que estilo for, há um bom "naco" arrancado de mim. Tudo meticulosamente vivido. Sou daqueles seres humanos que param tudo para prestar atenção na vida e não perder nem um instante - não importa o que seja. E como os fatos da vida são importantes; provocam realidades, salvam ou põem a perder, inundam a vida de tristeza ou de esperança, alegram e fazem doer, e por aí vai... E se eventualmente isso me faz sofrer, devo dizer que o prazer de viver assim tão dedicadamente traz consigo uma especial compensação — e essa eu nem consigo descrever — que é, em última instância, o que me faz escrever. E escrever, como disse Barthes, "é da ordem do prazer; escrever é puro gozo". E eu devo confessar que nasci para ser feliz... "mas encontrei tantas pessoas tristes, desaprendendo como conversar, que parece que eu estou carregando os pecados do mundo...".
Sentiram que eu estou extremamente musical nesta minha reencarnação de 2008, né? E obrigada por vocês estarem aí, pondo a mão na frente dos meus olhos e me protegendo do pó da estrada.
Conselho de bruxa do bem: aproveitem que está chovendo — pelo menos no Rio está — e descansem da esbórnia do Carnaval de ontem comendo apenas frutas, bebendo apenas água, deitando apenas para sonhar, dormindo apenas para descansar; amando apenas por amar... ai, minhas rimas pobres.... Inté.


Só para não dizerem que ando descuidada, a postagem está ilustrada e taí a legenda da foto:
Imagem: "Um pierrô apaixonado... que vivia só cantando... lá,lá, lá, lá..."


02 fevereiro 2008

"1001 discos para ouvir antes de morrer"

Esse é o nome de um livro literalmente de peso, editado por Robert Dimery e prefaciado por Michael Lydon, editor e co-fundador da revista Rolling Stone (Editora Sextante). E o assunto é exatamente o que diz o título. Como meus dias de lazer - ou de lesa - estão prestes a serem abduzidos pela nobre causa do trabalho com "folgas remuneradas" (entenderam, né? Se são remuneradas... alguém as comprou, sacou? Então... nem tão folgadas assim - ai, os meus adoráveis parênteses bochechudos...). Mas voltando ao tema, vamos passar uma boa temporada visitando a alentada obra de Dimery e suas sugetões para ouvir antes de morrer, porque me toma menos tempo, me mantém conectada aos meus imprescindíveis leitores, e me dá oportunidade de revisitar algumas músicas que já esqueci e ter o prazer de ouvir as que não conhecia. Espero que gostem... e comentem, por favor!
Vamos começar pelos anos 50, quando Fidel se tornou presidente de Cuba e Hitler foi declarado oficialmente morto. Ah! Informação relevante: o bambolê também foi inventado nessa época (está tudo lá no livro; juro que não testemunhei!). Um dos álbuns referidos por Dimery como marco dos anos 50 é In the Wee Small Hours, do inigualável Frank Sinatra. O disco foi lançado em 55, quando Sinatra se separou de Ava Gardner. Conta a lenda que este é o mais impressionante trabalho musical sobre o tema da separação - a dor faz coisas, não? Então vamos conferir Sinatra interpretando a música de Cole Porter que deu título ao disco. Para os mais jovens, a oportunidade de ver como eram os cds de antigamente (esses eu tenho que confessar que vi...rsss). A próxima postagem será dedicada ao rock...yeah!

01 fevereiro 2008

Resist...Rush



I can learn to resist
Anything but temptation
I can learn to co-exist
With anything but pain

I can learn to compromise

Anything but my desires
I can learn to get along
With all the things I cant explain

I can learn to resist
Anything but frustration
I can learn to persist
With anything but aiming low

I can learn to close my eyes
To anything but injustice
I can learn to get along
With all the things I dont know

You can surrender
Without a prayer
But never really pray
Pray without surrender

You can fight
Without ever winning
But never ever win
Without a fight

Vale apenas verde novo

Há coisas na vida que são como o vento... já nascem passando. E talvez sejam boas apenas por isso.
Ok... confesso que essa é plágio, mas de mim mesma, portanto o crime é apenas de completa falta de originalidade. E para esses casos, a pena é branda...rssss
(porque rir é preciso, embora não seja exato)

31 janeiro 2008

Dos seres amoráveis


Minha capacidade de amar se expande tanto,
que às vezes tenho medo que ela exploda
como uma bolha de sabão.... plof!


Um infinito particular

Coisas etéreas

Sou mãe de todos os filhos que me aportaram ao ventre, mas também de todos aqueles que me batem à porta.
E isso me faz muito feliz - a mim que sempre gostei de ter a barriga crescendo e de amamentar.
Talvez por isso não haja, em meu corpo, tantas marcas do prazer de me desdobrar. Prazeres não deixam muitas marcas. Benditas sejam todas as mães, e que Deus as ajudem a sustentar a difícil decisão de parir.

30 janeiro 2008

Il pagliacci

Na falta de bobagens mais sérias...


Meu blog está padecendo da falta de bobagens mais inexpressivas, superficiais, besteiras do tipo bundices, por exemplo. Aqui ao lado me sugeriram falar do programa da Diva, vulgo Luciana Gimenez...mas aí já é um pouquinho demais para minha pretensão de besteiras. Fico nas carinhas expressivas e bobas ao lado, para ao menos alegrar a galerinha abaixo dos 45 que também freqüenta este espaço que fala, sobretudo, de qualquer coisa.
A todos, a minha expressão da mais pura sanidade.

Do meu segundo poeta predileto a um amigo absurdamente especial

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos os que não conseguem falar com Deus.
A amizade é um amor que nunca morre. "
Mario Quintana - (escritor gaúcho 30/07/1906 - 05/05/1994 )
A imagem é a palavra "felicidade" ; uma homenagem aos samurais.



28 janeiro 2008

De jornalistas e da realidade


Um amigo jornalista aceitou o desafio de adivinhar o que é a imagem da postagem abaixo desta. E mandou lá, nos comentários, apesar da resposta na legenda:
"Um louva-deus, de cabeça para baixo, em um graveto... pelo menos é o que parece que é... Ou não é?".
Acertou na mosca, na imagem, na esperança—porque há controvérsias sobre o nome do bichinho! Uma esperança, um louva-deus, uma esperança que louva a Deus, um deus sem esperança, uma esperança que ninguém louva... ai, meu Deus! De qualquer forma, só jornalistas conseguem ver a realidade dos fatos. Eu disse "ver", não disse contar. Assim me salvo do vexame de dizer que era esperança o que era um louva-deus, ou um bichinho qualquer, que seja... de dizer que havia ponto de equilíbrio em um graveto seco; de falar em esperança equilibrista fora do contexto. Mas todos estamos sujeitos aos enganos da vida, inclusive os jornalistas. E quem resiste aos apelos inusitados das ilusões que se travestem de equilíbrio e esperança? Louvados sejam os jornalistas que acordam no meio do sonho para questionar: mas o que é isso? E como é fácil acordar no meio do sonho alheio. Salve, jornalistas!

27 janeiro 2008

Um beijo e um doce para quem adivinhar o que é

Resposta:
Uma esperança procurando o ponto de equilíbrio.
Uma esperança equilibrista, certo?
Um bom domingo aos amigos, virtuais ou não.
Como de sempre, para todos, amor.
Hanna

26 janeiro 2008

Sexta-feira santa, com festa na praça... no interior

(Imagem: Frevo, de Candido Portinari)
Tentei encontrar um vídeo do Moraes Moreira cantando um frevo bacana que cai como uma luva para se comemorar todas as praças, todos os lesos, todos os dias e as sextas-feiras em particular. Mas nao achei - quem tiver, me envie que vou gostar. O frevo fala assim:

"Não se esqueça de mim, não se perca de mim, não desapareca
A chuva tá caindo e quando a chuva começa eu acabo perdendo a cabeça
Não saia do meu lado, segure meu pierr^o molhado e vamos embora ladeira abaixo...
Acho que a chuva ajuda a gente a se ver
Venha , venha, seja, seja... o que Deus quiser".

Então tá... E salve, Pernambuco!

25 janeiro 2008

Da covardia e das coragens

Já pensou em se atirar em um abismo, na certeza de que vai cair de pé? Não. É certo que se esborracharia no fundo do precipício. Já pensou em colocar o dedo na cicatriz e apertar bem fundo? Não. A memória da ferida faz voltar de novo a dor. Já pensou em se expor de novo ao mesmo, sem achar que vai morrer de amor? Não... não. Então vá! E volte sabendo que não se pode agarrar as águas para estancar o rio. A vida segue seu curso beirando as margens das decisões. O que foi dito e feito, feito está. Nos leva para outros lados, caminhos diversos, histórias outras, destinos desiguais. Mas não devemos temer os saltos. No meio dos abismos, uma generosa mão nos alcança e nos põe novamente no rumo. Seja como for, continuaremos andando... cada um na estrada que lhe compete.
****
Se eu tivesse que descrever o dia de hoje, talvez fizesse um desenho de criança, cheio de palhaços, rodas, floreszinhas, balas embrulhadas em papel de orelhinha, bundas de fora, cara melada, nariz melequento, cabelo desgrenhado, pés sujos, roupa desbainhada, sorrisos e alegrias. Ainda bem que não tenho que fazer isso. Então vai aí uma musiquinha do tempo dos festivais.
Divirtam-se. Até porque na vida tudo passa...
(As balinhas são para minha amiguinha Bruna)

Ai, as ilusões...

Os enganos, às vezes, são nossas melhores bússolas. Aquelas que nos mostram os caminhos que não sabíamos, mas queríamos; que seguimos embora não devessemos, e nos devolvem, mesmo que aos frangalhos, aos portos seguros....

Navegando...porque é preciso

Temos que admitir que a teconologia nos salva das saudades; nos põe de novo de frente com nossos mais íntimos desejos - aqueles que não combinam com nossas decisões, mas são nossas reais vontades. Que os ventos nos movam e nos protejam das tempestades.

24 janeiro 2008

Trocando os papéis...os velhos papéis

Audiência qualificadíssima me fez voltar ao antigo design. Esse com cara de papel velho que a gente passa a vida inteira guardando só para não esquecer que o tempo passou e que deixamos lá atrás alguma coisa que gostaríamos de ter trazido conosco. No papel velho fica gravada a prova irrefutável de que o passado existiu, não foi invenção da nossa mente esquecida e carente. Gosto de papéis e algumas coisas ponho neles para que envelheçam e me lembrem sempre do que eu decidi viver — como uma bússola que distrai o magnetismo, conquista autonomia e põe o Norte onde bem entender. Gosto dos papéis que contam histórias do futuro e que nos podem acompanhar apesar do tempo que lhes tinge as bordas. Papéis a quem nada se quis dizer, dobrados em quatro, perdidos dentro de livros grossos. Um dia no futuro eles aparecem, envelhecidos, com as linhas das quatro partes marcadas fundo, como se fossem linhas de uma face — marcas de expressão... os papéis envelhecidos são a pura expressão; contam histórias com minúcias de cenários, detalhes de emoções, dores, ilusões... mesmo que neles não haja nada escrito. Como são coniventes com as palavras os papéis. Não os guardamos impunemente. Se nada escrevemos, basta-lhes o texto que transborda por nossos dedos e se espalha em silêncio sem letras ou traço; bastam as marcas da pressão nas quatro dobras. Ao encontrá-los, no futuro, vemos lá tudo outra vez, sem que falte uma única letra, a nos falar daquele dia, daquela tarde, daquela noite, da brisa, da chuva, do calor, da esperança, do medo, da dor, do amor, da alegria, da saudade. Os papéis envelhecem conversando com o passado, e quando nos encontram, retomam o assunto e começam a contar tudo outra vez. E não adianta negar... estão lá nossas digitais. Volto ao antigo "papel" e não resisto a pensar nas coisas que me fizeram escrever o que andei escrevendo por lá. Então tá...

23 janeiro 2008

Eles existem! Descobri mais um...

E os meus queridos leitores vão aos poucos se revelando, ao se sentirem contemplados com minhas bobagens... E descubro que são mesmo todos queridos; queridos, mas quase sempre distantes. Essa postagem é exclusiva para Dirceu, em Nova Iorque, que amou "Samba para Vinícius". Nos idos da década de 60 do século passado, ele tinha uma banda cover do The Platters. Maior sucesso.
Eu era pequenininha, mas me lembro...rssssss.

22 janeiro 2008

"Das Utopias"

"Se as coisas são inatingíveis — ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas"
(Mário Quintana)

Poeminha, poetua, poenossa, poedeles, poemeu

Um conto, um canto, um ponto
Pedrinha no chão.
Bate a mão, fecha os olhos,
Beije a boca, fuja não...
Onde está aquele anel?
Era de vidro.
Se quebrou?
Bate palmas, dê a mão.
Olhe em volta, pra trás não.
Pedrinhas de vidro, os olhos no chão.
Onde está aquela roda?
Como era mesmo a canção?
Memória, lembrança,vidro,
Beijo, palmas, mão,
Pedrinhas, chão...
Para trás, nunca mais.

A vida é pra valer... a vida é pra levar

...e não gosta de esperar... saravá!

Agora...chega de saudade

...que é para acabar com esse negócio....

21 janeiro 2008

Um brinde à insensatez!

A Bossa Nova está fazendo 50 anos, e ainda continua nova...Só para sentir saudades: Insensatez

20 janeiro 2008

Para a semana começar em paz

Aflição vazia - o problema da ansiedade

Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.
No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.
Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova evidenciando consciência tranquila.
Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição de malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária.
Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.
Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.
Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da Natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidades de aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão inútil não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.
Emmanuel, por Chico Xavier

19 janeiro 2008

Verde como o mar que não se cansa

Esperança
(Mário Quintana)

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

18 janeiro 2008

Pequenas coisas numa ligeira fuga

Diante de mim, duas pequenas ilhas.
Mais adiante, ao fundo, uma ilha grande.
Em volta de tudo, um imenso mar.
Uma paisagem parada, emoldurada por um céu pintado à mão.
Um peixe pula fora d'água e quebra a monotonia da beleza quieta;
as ondas passam por baixo da minha varanda;
dois minúsculos passarinhos tentam vencer a imensidão do mar.
O meu navio é apenas uma ilusão.
Angra dos Reis

13 janeiro 2008

Uma semana iluminada para nós todos

Diante do trabalho
(Imagem: Operário de Cândido Portinari)

"Nunca é demais qualquer referência ao trabalho, fator de evolução e burilamento. Nele, a herança de amor com a qual o espírito se refaz da jornada renovadora, em direção aos objetivos supremos da vida. Para conhecer-lhe, porém, a sabedoria de orientador da felicidade, é preciso crer nele e aderir-lhe ao programa de esforço criativo, penetrando-lhe as qualidades positivas de dissolvente das nossas velhas imperfeições.
Não admitas que adversidade, tropeço, desilusões ou dívidas te impeçam de receber-lhe o benefício salvador. É com ele e por ele que conquistarás todos os recursos destinados à tua sustentação.
Se te vês sob o domínio de fraqueza deprimente, ser-te-á revigorante a restaurar-te o comando das próprias forças.
Se experimentas a compulsão de hábitos indesejáveis, erigir-se-á à condição do libertador de que necessitas.
Se te reconheces debaixo da pressão de dívidas constrangedoras, encontrarás nele o abonador seguro de tua quitação.
Se sofres o cerco de adversários, sejam eles quais forem, levantar-se-á como sendo o agente benéfico que os desarmará, angariando-lhes, em teu favor, apreço e simpatia.
Se te confessas defrontado por necessidades materiais, descobrirás nele a saída contra a penúria.
Se deténs alevantados ideais de beneficência ou educação, nunca chegarás a realizá-los sem ele.
Se aspiras ao progresso, terás de adotar com ele a cobertura de todos os teus planos.
Se patrimônios amoedados te garantem a ociosidade, inspirando alguém a dizer-te que não precisas trabalhar, continua oferecendo ao trabalho o melhor de tuas energias, porque será ele a defensiva contra o tédio e a viciação, capazes de te arruinarem a existência.
Mas, onde estiveres, trabalha construindo o bem.
Interpretada à feição de movimento, a atividade é suscetível de ser empregada para o mal. A pedra dedicada à construção pode transformar-se em instrumento do crime, nas arremetidas da delinquência. Abraça, pois, no trabalho como serviço, a rota de cada dia, e, com a tua utilidade para os outros, obterás, através dos outros, o caminho, o apoio, o auxílio e o incentivo para a tua segurança, tranquilidade, alegria e libertação."
Emmanuel - por Chico Xavier

08 janeiro 2008

Saudade feita de algodão doce e vento

Queridos e amáveis visitantes,
Pelos registros, vocês continuam acessando o blog, mesmo que nada de novo nele aconteça. Espero que as belas fotos é que os atraia tantas vezes ao mesmo tema e os agrade sempre. Mas fico já temendo perdê-los por falta absoluta de atualização de minhas bobagens e irrelevâncias. Declaro que estou morrendo de saudades e de falta de tempo. Enquanto isso, a vida vem sussurando histórias inusitadas e belas poesias aos meus ouvidos distraídos e tantas vezes desatentos. Mas prometo falar disso em breve tempo, se não me falhar a memória... ou me atropelarem os acontecimentos.
Como de sempre, amor.
Hanna.

01 janeiro 2008

Todos os dias serão dias primeiros... e únicos!

FELIZ 2008!!!!
Fotos: Dudu Xisto














COMEMORE SEMPRE, COM FOGOS E SEM ARTIFÍCIOS,
AS PEQUENAS E AS GRANDES FELICIDADES DE TODOS
OS DIAS. COMECE FAZENDO UMA FESTA EM SUA PRÓPRIA HOMENAGEM. E ME CONVIDE QUE EU VOU!

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O SOL VEIO ESPREGUIÇANDO SEUS RAIOS, COMO UM ARTISTA QUE DESLIZA OS PINCÉIS PELA TELA VAZIA. E ASSIM FEZ-SE O DIA, O PRIMEIRO... DE UMA SÉRIE, DE UM ARTISTA QUE ACREDITA NA PERFEIÇÃO E REPETE A OBRA TODOS OS DIAS, MAS NÓS RARAMENTE VAMOS À EXPOSIÇÃO.