Mas como diria a minha avó, "Deus o livre e guarde!"...rsrsr. Amor, I love you...
Sobretudo, coisas relevantes. E nada é mais relevante do que a liberdade de pensar e a coragem de escrever. Nada é mais generoso do que compartilhar o que nos é relevante. Sobretudo, toda e qualquer coisa. Ano VIII
20 agosto 2009
Ai, curiosidade...
Pronto, seus bisbilhoteiros de plantão no meu blog!!! Taí uma das minhas duas únicas vaquinhas holandesas! O que pensaram que era? A outra? Ah, a outra está repousando e não pode ser incomodada por fotos. Pariu recentemente um bezerrinho liiindo e manhoso que se chama Geduld.
Bobagens, carinho e amor de sempre
Hanna
Na foto: Gertrudes, a holandesa

Bobagens, carinho e amor de sempre
Hanna
Na foto: Gertrudes, a holandesa
Quintana, para todos. Estou em ócio criativo hoje!
"Se as coisas são inatingíveis — ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas"
(Mário Quintana)
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas"
(Mário Quintana)
Rapidinho.. só para não perder o fato!
Um amigo, dentre os muitos que conservei daquela minha última encarnação e que é mais chegado a mim — e que provavelmente não tem muito o que fazer—, leu as postagens de hoje quase que em tempo real. Postei a última história e segundos depois (leu na diagonal, isso sim!) o telefone tocou:
— Me diz aqui uma coisa: de onde você tirou essas histórias?
— Que é isso, companheiro? Está insinuando que estou plagiando?
— Não! Claro que não... de onde tirou que eu digo é a bibliografia que você usou?
— Não tem bibliografia, seu insensível! Acha que vou perder meu tempo para citar bobagens alheias no meu espaço?
— Peraí, mas...
— Tá... vou dizer a fonte, porque já não tenho mais esse compromisso de sigilo.
— Ótimo!!! Nada como ter uma amiga que mudou de encarnação sem precisar morrer pra isso....
(risadas de parte a parte...)
— Então fala aí... tá apaixonada?
— Cara! Você parece analfabeto funcional! Diz que leu o que escrevi e me pergunta isso?
— Porra... aí já é sacanagem... analfabeto funcional...
— Liga não... gente que trabalha durante muito tempo na imprensa acaba mesmo ficando assim.
— Vou desligar na tua cara... (risos... só da minha parte, claro...rsrs)
— Tá, saco!... fala aí. Qual é a fonte do besteirol de Hanna?
— Besteirol? Então tá... as piores partes eu tirei daquele livreto que você escreveu a 50 mil mãos...hahahah
— Ai... eu não sei como ainda te aturo... (risos, de parte a parte, claro)... adoro você, mulher!
— Agora sim, a prosa tomou o rumo certo.
— Me diz aí: como é isso?
— Tá, vou dizer: conheci um coelho e ele tem me ajudado a descobrir as coisas que escrevo; tem sido meu interlocutor para questões de autoconhecimento, paciência... etecetera e tal.
— Ai... ficou doida....
— Tô falando sério! Um coelho assustado, que eu amo e que tem medo de gente, de amor, de carinho... arredio. Mas ele é lindo! Pelo cinza e um narizinho fofo. Toda vez que me aproximo ele foge, mas fica me olhando com aquela carinha de quem, no fundo, também me ama, bisbilhotando minhas coisas quando não estou por perto... Acho que ele deve ter nascido em gaiola, e agora que anda solto por aí tem medo de perder a liberdade. Mas ainda não sei bem... Deixa o tempo passar. Enquanto isso, vou escrevendo sobre os frutos da nossa convivência...rsrs.
— Tá, tá bom... — respondeu meu amigo já entregando os pontos, mas não sem me dar uma última sacaneadinha — Querida, vou aí te fazer uma visita e vou levar um amigo psiquiatra que você vai adorar conhecer, tá bom?
— Tá... e aproveita traz o vinho....rsrsrsrsrs
— Beijos!
—Tchau...
Pois, é. E para provar que o meu interlocutor/coelho existe, vou colocar a foto dele para que todos o conheçam e parem de achar que eu copio de alguém o que estou falando. Existe uma séria distinção entre estar doido e ser louco, sabiam?

E quem quiser entender a sequência destes últimos eventos de Hanna, terá que ler de Descobrimentos I para cima. É que as primeiras postagens vão se tornando últimas à medida que postamos; aí as histórias ficam do fim pro começo.
— Me diz aqui uma coisa: de onde você tirou essas histórias?
— Que é isso, companheiro? Está insinuando que estou plagiando?
— Não! Claro que não... de onde tirou que eu digo é a bibliografia que você usou?
— Não tem bibliografia, seu insensível! Acha que vou perder meu tempo para citar bobagens alheias no meu espaço?
— Peraí, mas...
— Tá... vou dizer a fonte, porque já não tenho mais esse compromisso de sigilo.
— Ótimo!!! Nada como ter uma amiga que mudou de encarnação sem precisar morrer pra isso....
(risadas de parte a parte...)
— Então fala aí... tá apaixonada?
— Cara! Você parece analfabeto funcional! Diz que leu o que escrevi e me pergunta isso?
— Porra... aí já é sacanagem... analfabeto funcional...
— Liga não... gente que trabalha durante muito tempo na imprensa acaba mesmo ficando assim.
— Vou desligar na tua cara... (risos... só da minha parte, claro...rsrs)
— Tá, saco!... fala aí. Qual é a fonte do besteirol de Hanna?
— Besteirol? Então tá... as piores partes eu tirei daquele livreto que você escreveu a 50 mil mãos...hahahah
— Ai... eu não sei como ainda te aturo... (risos, de parte a parte, claro)... adoro você, mulher!
— Agora sim, a prosa tomou o rumo certo.
— Me diz aí: como é isso?
— Tá, vou dizer: conheci um coelho e ele tem me ajudado a descobrir as coisas que escrevo; tem sido meu interlocutor para questões de autoconhecimento, paciência... etecetera e tal.
— Ai... ficou doida....
— Tô falando sério! Um coelho assustado, que eu amo e que tem medo de gente, de amor, de carinho... arredio. Mas ele é lindo! Pelo cinza e um narizinho fofo. Toda vez que me aproximo ele foge, mas fica me olhando com aquela carinha de quem, no fundo, também me ama, bisbilhotando minhas coisas quando não estou por perto... Acho que ele deve ter nascido em gaiola, e agora que anda solto por aí tem medo de perder a liberdade. Mas ainda não sei bem... Deixa o tempo passar. Enquanto isso, vou escrevendo sobre os frutos da nossa convivência...rsrs.
— Tá, tá bom... — respondeu meu amigo já entregando os pontos, mas não sem me dar uma última sacaneadinha — Querida, vou aí te fazer uma visita e vou levar um amigo psiquiatra que você vai adorar conhecer, tá bom?
— Tá... e aproveita traz o vinho....rsrsrsrsrs
— Beijos!
—Tchau...
Pois, é. E para provar que o meu interlocutor/coelho existe, vou colocar a foto dele para que todos o conheçam e parem de achar que eu copio de alguém o que estou falando. Existe uma séria distinção entre estar doido e ser louco, sabiam?
Olhem o meu bonitinho aí... Liiiindo, não? Mas aposto que pensaram que a foto era de um...gato.

E quem quiser entender a sequência destes últimos eventos de Hanna, terá que ler de Descobrimentos I para cima. É que as primeiras postagens vão se tornando últimas à medida que postamos; aí as histórias ficam do fim pro começo.
Amor para o meu doce coelhinho, sábio, poético... e assustado.
Hanna Boba.
Hanna Boba.
Ai, a Lagarta!
O dia hoje promete... promete atrasos! Já estou eu aqui de novo! Mas foi a Lagarta, lembram dela? Aquela história que prometi postar a cada domingo, mas não rolou. Pois é. A história era apenas aquilo ali mesmo. Podem conferir lá no arquivo em A Lagarta e o Tempo (2 de agosto de 2009). Vejam só qual foi a pergunta que a criaturinha fez ao tempo, na oportunidade talvez única de se relacionar com algo que falasse com ela: "Qual é a natureza de todas as coisas?" Uma pergunta como esta indica já que a natureza da Lagarta é um dia tornar-se borboleta, através de um longo processo que a pergunta indica como sendo de autoconhecimento. E conhecer-se requer uma certa coragem de encarar os fatos da nossa própria existência e como nos comportamos nela — o que na maioria das vezes não é a parte mais agradável. Pela pergunta, acredito que a Lagarta na verdade já estivesse se transformando, ou quem sabe até já fosse uma bela borboleta, mas ela não conseguia ver-se, ou pelo menos ver-se assim. A pergunta mostra a necessidade de legitimação que a todos nós afeta. Somos perfeitos e bons, mas alguém precisa nos mostrar isso, porque passamos a vida abaixo de repreensões. Peraí, gente: não confundam as coisas! Ser borboleta não tem nada a ver com pintar as unhas de vermelho, fazer escova progressiva, mallhar até morrer, frequentar bares da moda, gastar fortunas em roupas, sapatos e que tais. Isso está mais para mariposa, que se encanta pela luz — luz da lâmpada, meus caros! — e quando a luz apaga a pobre dá com a cara no vidro e morre. Ai... odeio tragédia. Mas voltando ao tema: então ela fez a pergunta e o tempo respondeu: "Para saber a natureza das coisas é preciso olhar a semente". Caros... essa está difícil de explicar até para mim, que inventei a história. É que vocês sabem, né? As histórias, depois que começam, ganham vida própria, se libertam do autor e às vezes até nos esculhacham. Mas enfim: acho que isso pode querer dizer que para se olhar a semente é preciso refazer o percurso, desconstruir o que já cresceu para se ver com os próprios olhos...será? Pode ser? Não sei. Esta fica para vocês como uma espécie de koan.
E a história acaba aqui.Descobrimentos I
Bom dia, diletos e amados!
Espero que a noite de todos tenha sido restauradora e inspiradores os seus sonhos. Inauguro agora uma nova conversa, que espero venha a nos trazer alguma experiência, insight ou autoconhecimento. Nossa... minhas expectativas são sempre muito altas. Menos... menos... baixemos a bola. De novo: espero que nos traga, a mim e a vocês, algum proveito. E se nem isso for, pelo menos nos divirta neste mundo esquisito do virtual. Pois, então: aquela postagem de ontem à noite, que está logo aí embaixo, é a pura expressão da minha verdade — sim, porque verdade, sabe como é: cada um tem a sua. Pois a minha, que sou dada a observações do cotidiano, das obviedades, de mim mesma e do que dizem certos estudiosos, me conta exatamente sobre essa questão do amor. Não o amor sublime, aquele no qual fomos educados na nossa história judaico-cristã, mas aquele amor bandido, vadio, afogueado o qual a mesma história judaico-cristã nos ensinou ser pecado. Tá bem, tá bem... menos, menos... Os adjetivos foram apenas para acordá-los para o meu assunto. De novo: falo do amor entre homens e mulheres (existe cotidiano e obviedade maior do que isso?). Pretendo compartilhar com vocês uma descoberta que se dá em mim como experiência — eu tenho sido o meu principal laboratório ao longo dos anos mais recentes. E como vinha dizendo na postagem anterior, amor e paixão são coisas dessemelhantes! Tá, eu sei que é óbvio demais. Todos sabem o que é paixão. Quem já não se perdeu em uma daquelas arrebatadoras que nos leva às maiores imbecilidades que um ser humano pode cometer? Não gosto nem de pensar, mas Romeu e Julieta passaram para a história por uma das maiores tolices a que a paixão pode levar. Sim, meus caros: foi paixão, não foi amor como nos ensinam até hoje! A paixão é que nos oblitera (nossa!) os sentidos. Olhem só o que diz sobre a paixão a Wikipédia, nossa enciclopédia do momento: "É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio.". Sacaram? Mas a paixão é necessária à sobrevivência da espécie; é ela que nos faz querer casar, acasalar, trepar até morrer e assim povoar a humanidade. Sim, amadíssimos... disso todos nós sabemos. A natureza é perfeita! Mas a divisão de classes é um tormento. Se formos buscar na história econômica e da riqueza do homem, certamente encontraremos vestígios de como se mesclaram a carne e o espírito de forma tão inextricável (ai, carái!), quer dizer: um enredo que não se pode mais desemaranhar. Daí, então, sabemos por experiência o que é a paixão e a confundimos com o amor. O amor ganhou tanto adorno de sublimidade que perdemos o contato com ele; perdemos a chance de experienciá-lo como possibilidade de vida em comum; de fazer filhos através dele; de nos lançarmos aos grandes mares em nome dele; de nos projetarmos para o futuro confiantes nele; de nos deixarmos perder nele, sem que para isso precisemos perder a razão, o tino, a noção, a identidade, a individualidade. E sabe-se lá a que força estaríamos submetidos através do amor? Sim, porque a força a que estamos subjugados pela paixão todos nós conhecemos por experiência. É, meus caríssimos... tenho experienciado essas noções que agora compartilho não porque eu seja diferente de vocês ou de alguma forma especial, mas porque tenho o vício de prestar atenção para saber como as coisas acontecem. E tenho descoberto que algumas coisas que acontecem a nós, seres humanos, é geralmente igual para todos. E como me incluo nesse "todos", vasculho em mim o que posso aprender sobre nós. E como adoro contar pros outros... rsrsr
Bem, mas este descobrimento que agora trago vai me obrigar a abrir minhas portas mais íntimas para tomar-me como exemplo de coisas comuns, já que não posso usar a vida de vocês. Ou seja , paixões, casamentos, descasamentos, paixões, namoros, desanamoros, paix... Ops! Quando a coisa se repete, tende a estebelecer um padrão que pode ser observado, medido, entendido... E com alguns insights que os emaranhamentos da física já explicam... Eis que tenho esta nova históriaaa!!!!!
Mas esta foi apenas a introdução do que prometo ir contando à medida que se for desvendando. Hanna também tem outras tarefas no mundo e, além disso, uma postagem que obriga a mais de 4 rolagens tende a ser abandonada no caminho. E Hanna é carente, vocês sabem... rsrs.
Nos falamos mais tarde, porque estou ávida por esse assunto.
Beijos, desta que vos serve na medida do que pode.
Bem, mas este descobrimento que agora trago vai me obrigar a abrir minhas portas mais íntimas para tomar-me como exemplo de coisas comuns, já que não posso usar a vida de vocês. Ou seja , paixões, casamentos, descasamentos, paixões, namoros, desanamoros, paix... Ops! Quando a coisa se repete, tende a estebelecer um padrão que pode ser observado, medido, entendido... E com alguns insights que os emaranhamentos da física já explicam... Eis que tenho esta nova históriaaa!!!!!
Mas esta foi apenas a introdução do que prometo ir contando à medida que se for desvendando. Hanna também tem outras tarefas no mundo e, além disso, uma postagem que obriga a mais de 4 rolagens tende a ser abandonada no caminho. E Hanna é carente, vocês sabem... rsrs.
Nos falamos mais tarde, porque estou ávida por esse assunto.
Beijos, desta que vos serve na medida do que pode.
19 agosto 2009
Obviedades de Hanna
Amor e paixão são coisas dessemelhantes, mesmo! Pode parecer óbvio, mas não é. Saber que não são a mesma coisa é uma coisa; outra coisa é conhecer a diferença entre as duas coisas. Conhecer também é diferente de saber. Para saber, basta que lhe contem; para conhecer é preciso vivenciar... Nada substitui a experiência... Mas coisas tidas como óbvias são mesmo inexplicáveis. Agora uma coisa eu garanto: amar é uma experiência fascinante! E o melhor de tudo é que não te inviabiliza o resto da existência, como a paixão. Só não sei dizer quanto tempo dura o amor, se acaba ou se transforma em outro sentimento qualquer. A paixão, justamente porque inviabiliza o cérebro do cidadão em sua fase mais aguda, já teve estudos quanto ao tempo de duração. Cientistas ingleses chegaram à conclusão de que o tempo médio de vida da paixão é de um ano e oito meses. Dá pra casar e ter filhos neste lapso de tempo, já pensaram! Mas por enquanto é tudo o que sei. Se mais descobrir, prometo contar. Tenham uma noite de sonhos repousantes.
Amor, como de sempre.
Hanna
Hanna
A minha dádiva

Olá, tão amados.
O dia acordou tranquilo, como quem sabe o que precisa fazer e entende que a cada amanhecer tem que construir uma nova realidade. O ontem foi a dádiva de ontem; a de hoje, ainda temos que plantar e colher. E ontem a minha colheita foi farta e boa. Tanto amor, tantas palavras, tantas retribuições, tanta esperança. Senti como que brindássemos todos o compartilhamento do mesmo universo — nossa inigualável coincidência. Alguém anônimo(a) deixou palavras adornadas de bênçãos, que reproduzo aqui para que permaneçam na tecitura deste hoje que já comecei:"A Bíblia diz que a boca fala do que está cheio o coração. E também fala que toda sabedoria e todo dom perfeito vem dos céus; do Pai das luzes. E ainda que Deus sonda os corações e suas intenções. Que Ele continue te acresentando a cada dia, te enchendo de palavras doces como estas da poesia, que Ele possa te instruir e orientar em todas as coisas. E que o amor a encontre ou que você possa encontrá-lo, e que seja como tu desejas. Lembras dos desejos e energias? Com certeza estás conectada a alguém; uma hora as energias se encontram... e Deus há de te abençoar... que seja lindo! Um Grande abraço".
Não sei quem escreveu, mas senti-me abraçada e beijada por alguém que provavelmente não me conhece também — será esta uma forma de o universo dizer que a todos nos une? Ainda é cedo para respostas. Pela manhã tenho sempre e tão somente perguntas, que às vezes o dia vai aos poucos respondendo; tenho paciência.
Tive também a mais doce das companhias adornando o dia de ontem — alguém que eu sabia desde sempre que eu iria amar, enquanto buscava, em meio à multidão, o meu lugar na longa estrada:
"Oi! Minha querida. Mais um show... que lindo ler essa composição...os poetas a ti se curvam e rendem as mais singelas homenagens, tenha absoluta certeza. Saber que podemos desfrutar esse momentos com você, é uma dádiva! Beijos..."
Nada mais poético do que dizer que a presença do outro no nosso dia é "uma dádiva". Palavra tão linda... Aprendi ontem o que é uma dádiva: e foi isso que me fez dormir feliz e acordar em paz para a construção de um novo dia. O de ontem ficou na minha memória como um riacho de águas cristalinas que vai abrindo o caminho do hoje na longa estrada desta minha curta jornada.
Desejo que o hoje de cada um de nós traga a candura dos anjos, a beleza das paisagens amenas, a convicção das águas dos rios ao abrir na terra o seu caminho. Mas que acima de tudo tenhamos a leveza dos ventos que a todo tempo nos sussurra aos ouvidos uma mensagem divina: eu te amo.
Bom dia...
Hanna
Hanna
Uma serenata de amor... simples e linda.
Boa Noite, Amor
Composição: J. M Abreu e E. F. Matoso
Principal intéprete: Nelson Gonçalves
Boa noite, amor
Meu grande amor
Contigo sonharei
E a minha dor esquecerei
Se eu souber que o sonho teu
Foi o mesmo sonho meu
Boa noite, amor
E sonhe enfim
Pensando sempre em mim
Na carícia de um beijo
Que ficou no desejo
Boa noite, meu grande amor.
Composição: J. M Abreu e E. F. Matoso
Principal intéprete: Nelson Gonçalves
Boa noite, amor
Meu grande amor
Contigo sonharei
E a minha dor esquecerei
Se eu souber que o sonho teu
Foi o mesmo sonho meu
Boa noite, amor
E sonhe enfim
Pensando sempre em mim
Na carícia de um beijo
Que ficou no desejo
Boa noite, meu grande amor.
Assinar:
Postagens (Atom)

