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18 maio 2010

Oiê!!!!!!

Que bom te ver online aqui no Sobretudo!!!
Beijos estalados nas suas bochechas fofas! Saudades...
Hanna.

16 maio 2010

Uma coisa é uma coisa, não outra

Nossa, que gente mais bisbilhoteira e querida!
Não é nada disso que estão pensando. O meu "amado Leo" da postagem abaixo é o meu amado filho, perceberam? Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa...hã...rsrs. E no mais, como vocês sabem, o meu coração tem razões que a própria razão desconhece...rsrs. Mas voltando ao assunto, o meu amado Leo e sua banda, Na Sala do Sino, estão se consolidando no cenário do rock alternativo e independente. Na Sala do Sino tocou no Viradão Carioca, na Lapa, e foi um sucesso! Foram citados no O Globo - aquele, sabem? - e já estão até assinando contrato com um selo! É, pessoal, nem só de samba se compõe o cenário musical brasileiro. Houve um tempo em que Raul Seixas, Mutantes, Tom Zé, Beatles e outros eram considerados apenas ruído e doidera, lembram? Pois é... Há que se ter a mente aberta aos que vão trazendo coisas novas. E com vocêêêêêssssss.... os queridos bandidos do Na Sala do Sino!!!!!!!!!!!!
Joannes - Voz e violão
Leo Xisto - Voz e guitarra
Pablo Lisboa - Teclados
Maurício Qpin - Baixo
Azulay - Bateria
Contato: 9800-2090
nasaladosino@gmail.com
www.myspace.com/nasaladosino

14 maio 2010

Dando uma força

Olá, pessoal!
Vamos dar uma força ao selo independente Midsummer Madness, do Rodrigo Lariú, que está numa disputa para... bem...hã... sei lá exatamente qual é a parada... mas a banda é Sweet Fanny Adams e está sendo promovida pelo Midsummer! Falaí Lariú:
"Eu podia podia estar roubando; eu podia estar hackeando, mas eu venho aqui pedir pelo midsummer madness. Vai ser muito bom pro selo se o Sweet Fanny Adams ganhar este clipe de presente da Levi's Music. Basta votar http://bit.ly/votarsfa."
O Midsummer já atingiu a maioridade e o Lariú, além de mandar bem, é um querido. Basta clicar no link, deixar completar a página e clicar no banner à direita. Pode votar todo dia. É por uma boa causa, isso eu garanto. Afinal, tem gente que batalha pelo que a maioria considera apenas lazer... rsrs.
Bom fim de semana a todos

PS.: E, claro, não deixem de votar no Sobretudo, ali ao lado. Sei que ultimamente não estamos merecendo, mas em nome do passado... Sabe como é... rsrs.
Amor de sempre e uma música do Sweet Fanny Adams para alegrar o pensamento dos roqueiros.

PS2.: A próxima postagem estará apresentando a banda Na Sala do Sino!!!!!!! Do meu amado Leo e uma galera totalmente do bem. Pois é, Gordo Falante, acho que estou me especializando. Será que dá pra ganhar um qualquer com divulgação de bandas de rock alternativo? O que não se faz por amor...rsrsrss.
H.

30 abril 2010

Não vos inquieteis...


UMA COISA DE CADA VEZ

Vou ali e volto já
Espero não demorar
Deixo acesa a lamparina
Para espantar a escuridão

As rosas que vos deixo
Caídas como um desleixo
Sem espinhos nas hastes finas
São carinho e atenção

Vou ali e volto já
Antes que desbotem as cores
Dos improváveis amores
Fragmentos de imensidão

A chama que deixo acesa
Da pobre esperança, a beleza
Há de sanar a pobreza
A preguiça e a lassidão

Luz pouquinha que acalento
Há de ser mais forte que o vento
Aos passantes, todo o alento
O calor de um coração

Vou ali e quero voltar
Trazendo um longo segredo
Como alma em degredo
Que conquistou a redenção

Vou e espero voltar já
Me assusta o coração
Tenho medo de voar
E gostar da imensidão

Tenho pressa de chegar
E abrir logo a cortina
Coragem que desatina
Medo que alucina
Quem sabe, volto não.

Do outro lado da espera
Quisera saber, quem dera
Se haverá retorno ou não
Do outro lado da espera
Quimera sutil, quimera
caminho é só um pedaço de chão.

Joseti Marques
(Com licença de Hanna Stael, que seguiu antes, à francesa, mas deixou suas rosas e, como de sempre, o amor)











27 abril 2010

Pensando koans


As boas coincidências são raras,
o que não quer dizer que não aconteçam.
Em acontecendo, nem sempre são o que sonhamos.
Em sendo o que sonhamos, não quer dizer que sejam eternas.
Em sendo eternas, são outra coisa e não isso que dizemos ser amor.
Hanna S.


25 abril 2010

Mergulho entre as pedras do mar


Diante da página branca, vejo-me a desafiar a memória emotiva para que me dê uns versos. Nada acontece, além de verbos soltos que se conjugam em frases por hábito e que nem histórias sabem contar. Onde foi parar a imaginação? Onde, o sofrimento que desagua a inspiração até não poder mais verter as palavras aprisionadas nas malhas do ser? Não sei se vale a pena a troca - essa paz pesada como uma tampa de poço. Sim... mas a água é muito limpa. Roubo versos mortos. Meus pensamentos não falam comigo. Mudaram de assunto. Não se importam mais com aquele desejo teimoso que veste de fantasias um passante qualquer, iludindo-me de possibilidade de construção do ideal palpável, visível, concreto, vivente. Como ser assim tão despojada de meus fardos? Tento gestos que se expandem e alargam, livres do peso fantasmático que sumiu. Quase me desprego de mim mesma, tal a leveza que me invade. Como é mesmo que se é feliz? Não, isso não nos deixam aprender. Antes, nos obrigam a ir aos poucos esquecendo, à medida que nos tornamos o que esperam de nós - no mínimo adultos. Os palhaços que em mim residem me protegem como um pelotão de costas largas, barrigas falsas, risos congelados por tintas fortes, vermelhas e brilhantes. Descobri seus segredos por detrás do riso desenhado. Não, não chorem em mim, palhaços... não em mim que acreditei que eram felizes. Terá sido assim que aprendi que tudo é apenas uma versão e que toda história tem sempre um outro lado? Bem que me avisaram: não vá lá, não vá lá não... As minhas saias amplas são tecidas a teimosia e vento; eu sempre vou. Volta e meia deixam-me a bunda à mostra. Aprendi a aceitar que não há esforço sem ilusão, porque nada na verdade vale a pena de nos destroçaramos até o caroço - frutas que mal se deixam amadurecer antes que se ofereçam às mordidas da contradição. É do destino, diriam os mais velhos... é do destino. Teimosia não leva a nada, dizem os conformados, mas diverte, mas diverte... Um dia, quem procura há de achar... ou não! Mas o que importa? A vida é farta e infinda. O melhor é seguir andando e deixar passar. Um dia, quem sabe? E a graça está exatamente aí... em não saber e continuar tentando descobrir. Jogo de faz de contas... contas, contas... Com quantas contas se faz um conto? Com quantos contos se tece a vida? Onde está minha vontade que abandonou o sentimento? Onde está a ilusão que sempre suspeitei ser falsa? Bobagens, bobagens... Com quantas bobagens se consegue preencher uma página vazia...
Hanna, dispersa.

24 abril 2010

De amor...II

Amor independe
Amor é livre como versos brancos
Que não se sentem obrigados a rimar
Basta ter graça, serenidade, plenitude
Amor é algo assim como um pensamento
Que ronda, ronda, ronda e quer falar
Amor não tem medo de se enganar
Porque amor independe
Amor é pão quente de manhã bem cedo
Amor é o susto leve de alegria imensa
Quando se expõe em pleno amar
Amor é atividade permanente dos espíritos livres
Mesmo que a vida os separe
Porque o amor independe...

Cruzes e credos

Verbos verdes, verdade
Ligação estúpida com um raciocínio lógico
Divagações, vaga... lumes
Datas marcadas e desencontros planejados
Albumina e catalisadores
Versos brancos, mentiras
Apagamento sugestivo e louco
O livro ainda está no mesmo lugar
Memória que preenche os espaços
Banco de praça, sem rima e anverso
Antítese, prognóstico alarmante
Vadiagem para além do sacrifício
Em cores fortes, o luto, a luta
Ataques verbais em papéis picados
Picadeiro de sorte ambígua
Equilíbrio inconstante
Serenidade mórbida
Barbante.
H.

20 abril 2010

De amor...


O QUE IMPORTA

Desejo grave guardado e tão contido
Desperta a noite como um sonho a divagar
Contradições entre o dito e o vivido
Pensamento forte que pressinto sussurrar

Por onde vens que é tão longa esta viagem
Me digas logo se um dia vais chegar
Protege-me os ombros contra o mar e a friagem
Paletó gentil que aceitei e quis cuidar.

A vida é longa e mesmo assim tão pouca e breve
Com tantas coisas que não podemos explicar
Não importa quando e nem mesmo se algum dia
Teu pensamento me adorna e acaricia
O que mais querer se sou da noite o teu luar?

Hanna