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16 novembro 2009

Sapiência

"Escolha um trabalho que ama e não terá que trabalhar um único dia em sua vida". 
 Confúcio

"A alma não tem segredo que o comportamento não revele."

Confúcio

14 novembro 2009

Só sei que foi assim...


De quinze em quinze minutos, a gente acaba fazendo uma trajetória de pelo menos uma hora de fama...rsrsr. E foi assim: uma festa belíssima onde o maior destaque foi a alegria de tantas pessoas estarem trabalhando juntas com um objetivo que, no fundo, primava pelo subjetivismo — dizer a todos que somos nós que determinamos como nossas vidas serão; e que se formos suficientemente comprometidos com a humanidade, poderemos estimular os que nos cercam a fazer parte desta imensa corrente de gente que quer ser feliz, mas sabe que não se pode ser feliz sozinho, vendo os que estão ao nosso lado padecer; e dizer ainda que ninguém faz nada por ninguém, pois no máximo podemos dar a mão, porque o esforço de se erguer será de cada um. Estamos felizes, muito felizes, nós todos que trabalhamos os últimos dez meses para chegar a este momento de dizer VALEU!. Quem quiser os detalhes jornalísticos do que estou dizendo, basta acessar www.alerj.rj.gov.br. Mas para nós, que sabemos que tudo na vida é sobretudo qualquer coisa, a informação primordial se resume ao que está dito aqui.
Momento besteirol: Agora, vejam "o cara" lá na foto do alto...rsrsrs.
E como se não bastasse ser inteligente, meigo e altamente do bem, ainda é lindo e fofo! Uau...  
Vive la France!


12 novembro 2009

Virtuoses

Já ia esquecendo!

O jornalista humorista (não necessariamente nesta ordem) Maurício Menezes foi um dos "entregadores" de prêmios Embratel. E claro que não podia deixar de dar uma palinha de sua sempre hilária comédia Plantão de Notícias, sobre os erros reais cometidos pelos coleguinhas — aqueles do tipo piada pronta. Mas as que não estão prontas, ele cria no ato da notícia. Eu não sei dizer se como jornalista ele é um bom humorista, mas que como humorista ele é um bom jornalista, ah isso é! Vejam essa novíssima, encima do fato:
"O problema do apagão de Itaipu foi causado por um estagiário de jornalismo. Garoto esforçado, só ia embora depois do chefe, querendo mostrar serviço. Aí ontem, quando o chefe foi embora, falou pra ele: "quando sair desliga tudo e apaga a luz". Tchamm!!
Contando por escrito não tem graça, mas a platéia rolou de rir... Depois de mais de 10 anos de sucesso desse espetáculo, ele agora está contracenando com Lula Vieira, em Lula contra o Mau, Teatro da Gávea, mas somente às segundas-feiras. É que, segundo Maurício, todo jornalista acalenta um sonho: ficar rico trabalhando pouco...hahaha.

Bom dia, meus indispensáveis visitantes!
Beijos!

O melhor prêmio de Jornalismo

Queridos, preciso contar. As notícias, vocês certamente verão nos jornais, rádios e tevês amanhã. Mas quem mais poderia contar para vocês o que ninguém mais conta e, o pior, o que muito poucos reparam? Hein? Digam. Quem? Claro que euzinha, né não? Pois bem: fui hoje à décima primeira edição do Prêmio Embratel de Jornalismo. Festão! Boca livre das mais regadas e generosas, aliás como sempre. Mas este ano teve um diferencial notável! Um show da melhor qualidade com Nando Reis e os Infernais. Nossa, como foi bom! De vez em quando — já que é só uma vez por ano — é bom dar um tempo no samba e alegrar os jornalistas da terceira geração..hehehe.  E é bem neste ponto que se localiza a minha notícia e espanto. Fiquei todo o tempo do show, como é de se imaginar, bem na beirada do palco, que é relativamente baixo, mais ou menos na altura da minha cintura. Dancei e cantei como há muito não fazia, e bem diante de um de meus ídolos (na falta de outra definição, porque não sou muito dada a idolatrias). E notei uma coisa: os jornalistas, diante de seus ídolos, não se empurram e cotovelam; não se espremem para pegar o melhor lugar; não se sacaneiam mutuamente... Todos se contentam em ficar onde estão e assim se acomodam e aproveitam, sem incomodar os colegas que por acaso estão mais bem localizados. Um espanto! Em coberturas jornalísticas, se bobear sai porrada por uma sonora exclusiva, por uma foto de melhor ângulo, por uma imagem. Certa vez, quando um dia fui celebridade e tive meus quinze minutos de fama, lembro que quase fui derrubada do palco pelos fotógrafos que se amarfanharam para, sem perder um lance, fotografar a mim e ao que vinha em seguida, que era mais celebridade do que eu. Cruz credo! Mas no show, que coisa meiga. Todos dançamos, pulamos, cantamos, com Nando Reis e seus Infernais nas nossas caras. Uma delícia. Quase me deu vontade de voltar para aquela vida bandida. Mas logo passou. Ah, já ia me esquecendo de outra meiguice desta edição do Prêmio Embratel: a Míriam Leitão estava lá, mas não concorria a prêmio algum. Estava babando a cria como qualquer mãe comum. O filho dela é repórter da revista Época e ganhou um prêmio. E ela não sabia se pulava, se aplaudia ou se tirava fotos com uma maquininha digital daquelas que só as mães usam. E o filhote, claro, dedurou que ela já é avó ao dedicar o prêmio aos próprios filhos. Mas se redimiu ao contar que parte da primeira gravidez da mãe foi passada na prisão por conta da resistência à ditadura e que na segunda ela não tinha grana nem para fazer pré-natal. Uma mulher valente, sem dúvida, com quem tive a honra de trabalhar por duas vezes — a primeira em televisão e a segunda em jornal. Mas chega de memórias, senão eu acabo reencarnando aquela vida passada. Por hoje, cansei.
Beijos a todos e fiquem agora com Nando Reis.


08 novembro 2009

Das questões e seus inevitáveis dois lados


Caetano Veloso entrou, mais uma vez, em um surto de babaquice, arrogância e burrice congênita (esse último adjetivo é em homenagem a um cara tonto). Será que o tempo o tem tornado pior ou ele sempre foi assim e a mídia dos anos 70 o "deformou" no bom sentido? 

Apesar deste blog não ter, opcionalmente, qualquer compromisso jornalístico com o que publica, vou indicar, para quem quer saber o motivo do comentário, uma das colunas que se tem pautado pela crítica ao comportamento da imprensa de forma competente, mesmo que discreta. É mais ou menos como a democracia — melhor essa que temos, apesar dos pesares, do que nenhuma. Pois bem: a coluna do Arnaldo Bloch, no Segundo Caderno do Globo, página 12, explica a babaquice do Caetano e a consequente babaquice da imprensa ao superdimensionar tanta babaquice. 
E vou ficando por aqui.
De qualquer forma, não tem a menor importância... 
É apenas o Caetano Veloso. Blé!!!!!
Bom domingo!

06 novembro 2009

Verdades incompreensíveis

"Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira "
 Tolstoi

"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre."
Oscar Wilde