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05 setembro 2009

Ai, Botafogo...

Um sábado com cara de domingo. Casa cheia de gente amada; mesa do almoço que invade a tarde; comidas que ficaram todas no ponto; cozinha arrumada depois de tudo; sala de conversas boas, risos, alegria, fotografias, aconchego. E para completar, a presença virtual de um querido amigo em comentário no blog. Só faltou mesmo o Botafogo ganhar... Compartilho com vocês o comentário em poesia que reduziu a derrota do Botafogo à sua devida dimensão...rsrs

De: Ouro Preto
5 de setembro de 2009 -17:05

Querida,
que sua felicidade seja
cada vez mais frequente
até se tornar
estado permanente
transbordamento
de alegria e paz

em cada passo da caminhada
a recompensa

pela vida partilhada

fruto

do amadurecimento existencial
bênção
pela conexão integral
com o (seu) Ser.

Beijos!

Obrigada, amigo! Beijos!

H.


03 setembro 2009

Então tá...


Obrigada por vocês existirem e me fazerem existir a partir de vocês!!!!! Beijos estalados nas bochechas de todos os meus amados leitores!!!
Hanna, a feliz!


Aos poucos como convém...

Uma paradinha no pit stop para recarregar a imaginação. Pois bem: tenho um amigo que tem-me ensinado a arte da paciência. Ele é calmo e seguro... e paciente. É um belo exercício que me tem valido em diversas ocasiões. Talvez ele nem saiba que me aproveito disso...rsrsr. Mas trabalhava eu em conferência no msn com outras pessoas quando ele entrou e me chamou. Tinha novidades sobre um assunto que nos empolga: trabalho! Combinamos que ele contaria sua história primeiro, já que a minha era inédita e precisava de mais tempo para os detalhes. Conclusão: o tempo se esgotou com a parte dele e eu fiquei de contar a minha parte depois. Voltei ao trabalho. Mas aí já era tarde... Eu já estava abduzida pela vontade da divagação. Então, vai aí esta paradinha onde vou falar de um novo insight para o Anônimo interpelador — lembram dele?

Insight II

Se Hanna se declarou assustada no primeiro insight, sentindo-se criança brincando de ser mulher, pega em flagrante desamparo, quero fazer-lhe a defesa. E neste caso, para que o texto tenha alguma coerência, devo confessar-me a "outra", a de olhos verdes que ela denunciou, pois não? Quero dizer ao Anônimo provocador que Hanna é a melhor parte da história que eu construo a cada dia. São dos sonhos dela que eu tiro os meus ideais de vida. Ela é uma falastrona, como toda geminiana, e uma idealista, como toda aquariana. Hanna é também a ingenuidade da criança que deveria permanecer em todos nós, para nos avisar quando estamos sendo inconvenientemente adultos — nos nossos maus pendores, nas nossas atitudes insanas, nos nossos medos injustificáveis, apesar de termos vencido os inexistentes monstros do escuro... o único medo que maltrata uma criança. Hanna dialoga com seus hipotéticos leitores o que quer ensinar a mim, que também a leio e releio atentamente e lhe dou razão, embora tantas vezes faça exatamente o contrário. Hanna se quer feliz todo o tempo e tenta ensinar como se faz isso. a todo mundo. Hanna é sem dúvida feliz. Feliz porque, como toda criança, tem uma platéia para suas bobagens... uma platéia que aplaude e ri de suas gracinhas. E uma criança precisa apenas disso para ser feliz. Hanna é feliz. E eu, dedicada e delicadamente, empresto a ela as palavras, os pontos e as vírgulas; mantenho até o último dia concedido pela reforma ortográfica os tremas e hífens que ela adora; corrijo pacientemente os erros de digitação, leio e releio suas escreveções e aos poucos vou me convencendo, ajustando o foco, e aprendendo com Hanna a ser feliz, aprendendo a ter fé e a acreditar. Porque uma coisa eu já aprendi com as bobagens de Hanna: ter fé é muito fácil; o difícil e realmente acreditar na fé que se diz ter e... pacientemente... saber esperar.
Obrigada, Hanna.
Obrigada, Anônimo leitor.
Obrigada, meu lindo....

01 setembro 2009

Dando um breve tempo

Olá, pessoas sempre queridas, conhecidas ou não.
Aproveitei o quanto pude as minhas horas autoconcedidas de ócio criativo. Que aliás não foram poucas nestes últimos tempos. Escrevi sobre Deus e todo mundo — inventei histórias, ensaiei poemas, consolei dores imaginadas, amores sonhados, alegrias inventadas — uma realidade plenamente povoada por pensamentos e o afeto inigualável de vocês, que me lêem e tantas vezes comentam. Mas... não sem alguma resistência, devo informar que preciso me impor uma certa autodisciplina, que de alguma forma inclui menos dedicação a este exercício de escreveção que a mim encanta. Tenho coisas que inventei e se tornaram realidade e agora preciso cuidá-las. Como diria minha avó, "quem pariu Mateus, que o embale". E quem me conhece sabe: não me recuso a embalar os filhos que invento e nem aqueles por outros inventados e que, por fortuna do destino, aportam aos meus cuidados. Sou amorável. Me constituo de amor, alegria, fé... e trabalho. E esses são os meus combustíveis, que não se recusam à explosão e são inesgotáveis. E considerando-se que ainda não encontrei minha camada de pré-sal... iixi!Mas não vou deixar de ler vocês, os que escrevem. E sempre que der, posto uma bobagenzinha ou outra. Porque, afinal, que graça teria Hanna se não fossem suas tolices e inevitáveis fugas?
Com amor confeitado de antecipada saudade... beijos!
Hanna Stael

30 agosto 2009

Liiiindo...

Com beijos de Hanna... mais boba que banda de rock...rsrs
Bom domingo!

Compensações minimalistas

Ontem, Brasília; hoje, Angra; amanhã, Cristo Redentor, braços abertos... e parece que é só pra mim.
Hanna Cansada
da Silva Carente
Amor.

29 agosto 2009

Desfazimento

A cada vez que viajo, deixo um pouco da bagagem pelo caminho. Assim vou ficando mais leve. Um dia espero voltar plenamente vazia das coisas que carrego em mim. Quem sabe, amanhã, em Angra, eu não deixe tudo por lá? O trabalho é uma bênção, graças a Deus! Então vou trabalhar. Bom fim de semana, amados e dignos leitores.
Beijos como de sempre
H.

Essa música é mesmo muito bonitinha...

Versinhos de amor de Hanna


Amor em letras

Cubro-me com palavras,
porque sei que me lês inteira
repetidas vezes, do início ao longo fim
Durmo em minhas palavras
porque ao fechar os olhos
aconchego-me sorrateira
para ver teus olhos, que estão em mim
(Sem) Fim