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26 fevereiro 2010

Amar sempre vale a pena

Olhem que linda música eu achei no Youtube.
"Com sua ajuda tranqüila e serena
Vou aprendendo que amar vale a pena
Que essa amizade é tão gratificante
Que esse diálogo é muito importante..."
Guilherme Arantes


24 fevereiro 2010

Historinhas verdadeiras de Hanna

Esta postagem tem destinatária! É a Steffany Soares, uma menina que não deve ter nem 10 anos e que aderiu ao Sobretudo. Mais que isso! Inspirada em Hanna, ele resolveu criar o próprio blog, cujo endereço é www.steffanysoares@blogspot.com.
Lá, ela assume com responsabilidade o que será seu perfil de blogueira — a defesa de um mundo melhor. Estou há dias pensando no que escrever para dar boas vindas a Steffany. Muitas histórias me ocorreram, mas hoje acordei pensando que o melhor seria contar uma história verdadeira, lá do fundo do baú de histórias de Hanna. Pois bem, Steffany, esta é na medida pra você:

****
Era uma vez uma menina que vivia querendo saber de coisas que ninguém sabia, para fazer coisas que pudessem trazer felicidade para ela e para o resto do muuuundo! Claro, o mundo. Não dava para pensar que o lugar mais longe fosse só apenas até o fundo do quintal. Naquela época, os adultos perguntavam: "você gosta de mim?" e a criançada respondia que sim, até "o fundo do coração". A menina achava que o coração era perto demais.... o fundo do quintal era mais longe! E ela sempre respondia, fazendo todos rirem: "Gosto sim, muito! Até o fundo do quintal", que era o lugar mais longe que ela podia enxergar. Era lá que ficava o ponto máximo do amor que ela podia sentir. Foi crescendo e o quintal foi ficando perto demais. E isso causava um certo desconforto, como se de repente o mundo virasse uma gaiola. Os depositários do amor que ela sentia foram desaparecendo... A menina, já um pouco mais crescidinha, começava a entender o que era o tal do "sofrimento" no mundo. Ela vivia triste, triste de marré-deci... Até que um dia uma mulher bonita, alta, com olhos grandes e sobrancelhas arqueadas se aproximou e deu a ela um livro. A menina estava sentada no chão, o que fazia a mulher paracer muito mais alta do que realmente era. Ela disse pouquíssimas palavras: "Leia esse livro; eu sei que você vai gostar e vai ser importante para você". E foi embora com um sorriso gentil. O título do livro era Emmanuel. A menina vivia lendo poesias, coisas assim. Mas aquele livro grosso, com uma capa antiga, meio amarelado, ocupou cada minuto da vida da menina. Ela o devorou em pouquíssimo tempo! E as grades da gaiola foram se desfazendo. Ela percebeu que o mundo era grande demais!! E quis, como toda geminiana, cumprir o que aprendera naquele livro. Primeiro quis ser Madre Tereza de Caltutá! Depois achou que seria mais fácil algo parecido com Ghandi! Pensava em Jesus, mas nem se atrevia a querer algo semelhante. Não, querida Steffany, nós não somos arrogantes quando queremos salvar o mundo e ser o melhor que pudermos; nós somos apenas aquilo que o mundo chama de idealistas, ou utópicos, também pode ser. Mas voltando à história, a menina achou que deveria começar a tarefa por algum lugar, claro! Tudo começa com um primeiro movimento., isso ela já sabia. Resolveu ser freira e foi procurar um convento. Mas veja só como Deus escreve certo por linhas tortas: a menina teve que ficar horas esperando as freiras acabarem de ver a no-ve-la para virem atendê-la. Não, aí não dava... Foi o ato inaugural de crítica à mídia na vida da menina...rsrs. Não seria freira, jamais! Consequentemente, também não seria Madre Tereza de Calcutá. E lá se foi a menina pela a vida a fora, acreditando que o mundo não tinha fronteiras. Coisa de geminianos, quando se misturam com Aquário. Ela fez um monte de coisas, acreditando que estava se preparando para uma missão que poderia, quem sabe (e ninguém nos ouça) , tornar a vida mais feliz, para ela e para todo o mundo, claro. Estudou muito; brigou muito; apanhou muito; sofreu de novo; levantou outra vez; ralou o nariz; sangrou o coração que era ali tão perto. Mas nada parecia conduzir àquela coisa importante que ela decidira fazer quando as grades de gaiola fizeram puft. Hoje, a menina crescida, lembra daquela mulher tão bonita que tinha um sorriso contido, que parecia, envergonhada, querer esconder a beleza do rosto, dos cabelos negros e lisos. Lembrei de como ela falou pouco ao me dar o livro e de como aquela história determinou o que seria para sempre o tal do fundo do meu coração. Somente agora, ao escrever essa história para você, me dou conta de que não precisamos ser coisa alguma para assumirmos grande tarefas. Tudo o que de melhor eu fiz e o que ainda espero fazer (e que certamente ninguém vai encontrar se me pesquisar no Google ou no Currículo Lattes), foi apenas porque um dia fui consolada por uma mulher que me deu um livro e que se chamava Lourdes. Então, querida Steffany, não se deixe iludir pelas aparências de coisa alguma — nem de bem e nem de mal! E continue acreditando que você vai conseguir salvar o mundo! É fundamental que se pense para além do nosso quintalzinho para que possamos expandir aquilo que Deus nos dá como oportunidade todos os dias da nossas vidas. E aqui vai um segredo de Hanna: se você resolveu salvar o mundo com palavras, escrevendo, saiba que o mundo e a realidade são mesmo construídos de linguagem, de palavras. Hã, hã... encontramos uma peça do quebra-cabeça! Portanto, use as palavras como expressão do que realmente existe no fundo do seu coração, que ainda está em tempo de definição. Apague tudo o que possa se parecer com inveja, disputa, rancor, egoísmo, vaidade (íxi, essa então!), medo, vingança, maldade... Ou seja, tudo o que não vá contribuir para a sua missão. Seja bem-vinda, Steffany, ao mundo dos que acreditam que podem, por direito e por dever! Pense nisso.
Beijos de Hanna e obrigada por me inspirar a contar esta história antiga e verdadeira que estava guardada lá no fundo do meu quintal.
H.

PS.: Ah! Coloque uma foto sua lá nos "seguidores"...rsrsr. Fica mais bonitinho, não acha?

21 fevereiro 2010

Leva a mal não... mas o Fogão é campeããããããoooo!!!!!

Sem comentários!!!!! Aos vascaínos, nobres guerreiros, os meus mais sinceros sentimentos. Eu gostaria que tivesse sido contra o Flamengo...rsrsr.



Mergulho no Lago Azul

Bom dia, universo virtual de gente querida!
Já deu para perceber o tom da postagem de hoje, né não? Pois sim: voltei a olhar pela janela ampla da realidade quântica — assunto do qual a maioria se esquiva, por pura resistência a tudo que possa parecer diferente dos padrões confortáveis, aprendidos ao longo da história, mesmo que o "conforto" já não gere alegria. Sim, porque  todos já concordamos que  o conforto é a antítese do progresso. Lembram quanto tempo passamos acreditando que a Terra era plana? Ai... era tão confortável assim... Novas verdades nos dão muito trabalho, exigem esforço... Mas vamos logo ao que interessa: uma provocação. Isso mesmo! Esta postagem é de-cla-ra-da-mente uma provocação a todos, e a ninguém em especial. É apenas a citação de um cientista ocupado com essas "quantices" que encantam Hanna. Nem vou dizer o nome dele, para não parecer jabá. Mas sabem como é... Eu não resisto a compartilhar o que vou descobrindo pela estrada a fora. Taí, ó: pensem sobre estas afirmações em torno da visão quântica do universo:
"A nossa realidade subjacente, o campo, é contínua, e assim sendo, está igualmente presente em todos os pontos no espaço-tempo. A sua consciência e cada intenção dela resultante estão enredadas nesta continuidade. Isto significa que quando você tem um desejo, na verdade está enviando uma mensagem que alcança todo o campo — a menor das suas intenções repercute em todo o universo quântico (...) O campo tem o poder organizador de realizar automaticamente qualquer intenção. (...) Quando os seus desejos não se realizam, a sua consciência sofreu algum bloqueio ou desconexão da fonte dela no campo. (...) O seu corpo é o resultado material de todas as intenções que você já teve.  (...) Preocupação, incerteza e dúvida são os três obstáculos básicos que nos impedem de fazer uso eficiente do poder contido em cada intenção."
Aprendamos a desejar melhor e a deixar que o "campo" dê conta da materialização dos  fatos.
Enquanto isso, vamos nos divertindo com nossos desejos possíveis.
Bom domingo!!!!!!
H.

19 fevereiro 2010

Venham todos!!! O Circo chegou...!!!!

Respeitááááável público.... Bommmmm diaaaaaaa!!!!!
Esta era a forma clássica com que os palhaços cumprimentavam a platéia para dar início ao espetáculo. Respondíamos tímidos "bom dia", para ouvir a primeira graça a nos provocar: "Que bom dia fraco! Não tomaram café, hoje?". E esta era a licença para que todos gritássemos a plenos pulmões: "Bommmm diaaaaa"!!!!. Somente então o espetáculo começava. Acho que ali comecei a desconfiar de que Liberdade deveria ser apenas um sobrenome da Alegria. Esta memória vem de um tempo em que criança era ensinada a não gritar, nem mesmo que fosse apenas para dar "bom dia". Meus ídolos palhaços foram os inigualáveis Carequinha e Arrelia, que por duas vezes se apresentaram no colégio pobre, de subúrbio, onde eu estudava. Quando o espetáculo acabava, a criançada saída atrás deles pela rua. Não era para pedir autógrafo, que não se dava importância a isso naquela época, mas apenas para ficar olhando mais um pouco, pelo tempo que pudéssemos, para retê-los para sempre em nosso olhar. Guardei-os em meu coração; e não esqueço os cabelos negros do Carequinha, quando, pelas ruas, ele não usava o engraçado chapéu. Para mim, gente era gente, mas palhaço era alguma coisa mais parecida com Deus. 
Eita, narigão de cera... redondo e vermelho como de palhaços...rsrs.
Acho que já expliquei aqui o que é "nariz de cera", não? Para quem não leu, explico de novo. "Nariz de Cera", para os jornalistas, é aquela embromação historicamente condenada pelos próprios, mas geralmente bem escrita, antes da notícia propiramente dita. Todos condenam e poucos admitem, mas muitos adoram. Deve ser uma certa vontade de liberdade de escrever que o ofício não contempla. Mas chega de nariz de cera e vamos ao que é relevante.


COM VOCÊS, OS FATOS!

Esta postagem foi motivada pela matéria de capa do Segundo Caderno do jornal O Globo (19/02/2010), cujo título, "O maior espetáculo da tela", anuncia que Selton Mello e Paulo José começam a rodar, em março, o filme "O Palhaço". Selton Mello, como palhaço, dispensa elogios. Lembram da atuação dele em O Auto da Compadecida? Adjetivar Paulo José seria comparável a uma heresia. Chorei só de ver as fotos, que me levaram de arrastão pelo túnel do tempo, fazendo-me assumir aquele imenso nariz redondo e vemelho com que iniciei o texto. Vejam as fotos... Mas prestem especial atenção à expressão de Paulo José, na foto menor.


AOS FATOS, DOIS

Antes de chegar a este mágico assunto do circo, ainda nos cadernões do jornalão, li uma matéria que cutucou meu coração e tornou irresistível a vontade de blogar, quebrando o meu esforço de disciplina para não dedicar tanto tempo a este estado de ócio criativo — afinal,  a vida ruge! Pois bem, aos fatos: estudos de pesquisadores da Universidade de Colúmbia confirmam que... "a felicidade protege o coração"! A reportagem informa, ainda, que o estudo comprova que pessoas otimistas correm menor risco de infarto e que pessoas felizes têm o coração mais forte. A pesquisa foi publicada na revista científica European Heart Journal, e avaliou homens e mulheres durante 10 anos, classificando os efeitos positivos em cinco níveis. Não vou falar de todos, mas o grupo sem "emoções positivas", digamos, apresentou quase 30% a mais de riscos de infarto. Mas aí a notícia começa a ficar triste, né não? Então, Hanna feliz, com um coração danado de bom, anuncia e convoca a todos!

Respeitáááááável público....
Sejam mais felizes! Mais...!!!! Mais forte! Mais... Não tomaram café, hoje?
Vamos dar início ao fantástico espetáculo do maior circo da Terra!!!
Um circo mágico que está guardado no coração de cada um de todos nós!!!!!!!!!
Amor de Hanna
Sempre!

18 fevereiro 2010

É verdade... pelo menos 90% disso...rsrs

Esta eu acabei de receber pelo Clube de Comunicação, que congrega muitos dos adoráveis coleguinhas...rsrs. As descrições valem para "os" e para "as" jornalistas também. A fonte! Não podemos esquecer de citar a fonte de onde o bem-humorado membro do Clube tirou: http://www.geisasuzane.blogspot.com.
Divirtam-se, porque jornalista também é filho de Deus e nem só de notícias rola a vida.

40 motivos para se casar com um jornalista

Segue a lista:
  
  1. Jornalista geralmente é criativo, ele vai surpreender você quando menos esperar;
  2. São curiosos e antenados, você sempre ficará por dentro de tudo que acontece;
  3. Eles não ganham bem, mas isso é bom porque vocês podem aprender a economizar dinheiro;
  4. No Natal, Ano Novo, Carnaval… eles provavelmente estarão na redação. Mas, pense pelo lado positivo: antes trabalhando do que vagabundando;
  5. E outra! Trabalhando muito, eles não têm tempo de se interessar por outra pessoa;
  6. Eles não são bons de matemática, mal sabem somar e subtrair; mas, para que saber isso se são os mestres da escrita?;
  7. Acostumados com pautas, são bem organizados e planejam bem as coisas antes de fazê-las;
  8. Como é fissurado por fontes, quando você tiver uma ótima ideia, ele não vai dizer aos amigos que foi coisa da cabeça dele. Dará todas as honras para você!;
  9. Como vivem numa rotina corrida, não tem muito tempo para opinar nas coisas da casa. O que você fizer, ele vai achar lindo;
  10. Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias). Monotonia não vai entrar na sua casa!;
  11. Quando vocês brigarem, ele não vai achar que a opinião dele é a melhor. Tem que ouvir todos os lados de um fato, ele saberá analisar a situação!;
  12. Em coberturas de grandes eventos, você poderá entrar de gaiato. Cada final de semana em um lugar diferente: jogos de futebol, avenida de escola de samba, lançamento de livros…;
  13. Mantêm revistas e jornais no banheiro. Você nunca ficará olhando para o vácuo enquanto faz suas necessidades fisiológicas. Ganhará conhecimento!;
  14. Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (o seu Zé, a Dona Maria, o Juquinha…) Todos com ótimas histórias de vida que vocês podem usar no cotidiano também para se tornarem pessoas melhores!;
  15. Não vai faltar café na sua casa. Café e jornalista são praticamente sinônimos;
  16. Ele pode escrever os votos matrimoniais da sua irmã, criar o conteúdo do site de negócios do seu pai, ensinar sua mãe a tirar fotos das amigas nos eventos do bairro. Ele aprende de tudo um pouco e gosta de compartilhar!;
  17. Tudo para o jornalista tem uma explicação. Eles nunca vão se contentar com a primeira versão de um fato. Você sempre terá uma resposta, mesmo que demore;
  18. São ótimos investigadores. Se alguém no trabalho passar a perna em você, rapidinho ele descobre quem é!;
  19. Como trabalham muito, não tem tempo para beber demais, fumar, se envolver com drogas… Você terá um companheiro saudável!;
  20. Tá bom, vai… eles não costumam comer coisas muito saudáveis. Mas se você for legal e fizer comida para ele levar ao trabalho, isso se resolve rapidinho, não é? =);
  21. Suas viagens nunca serão monótonas! Se acontecer qualquer movimento estranho, ele vai logo querer saber o que é e infiltrará você junto para desvendar o problema;
  22. Amam roupas leves e simples no dia a dia. Você não vai gastar muito dinheiro com isso;
  23. Mas também sabem se arrumar bonitinhos para os eventos. Você terá um parceiro que sabe ser simples, mas também sabe arrasar. Tudo vai depender da ocasião;
  24. A agenda é o seu melhor amigo. Mas, não fique com ciúmes! Pense pelo lado positivo, nunca vai esquecer nenhuma data importante, porque tudo fica rigorosamente descrito lá;
  25. Eles não ficam irritados com “nãos”, afinal, estão acostumados com assessorias de imprensa que não querem divulgar os bafões. Você não terá um companheiro irritado, mas, em compensação ele não vai desistir até conseguir o que quer. Mas só de não ser grosso já vale, não é!?;
  26. Como são antenados, também sempre ficam sabendo das novidades tecnológicas primeiro. Às vezes, até ganham de presente para testar a ferramenta. Você terá tudo em primeira mão na sua casa;
  27. Eles não se importam com calor, chuva, trovões… afinal, precisam estar onde a notícia está! Você poderá ir na praia com 50 graus tranqüila ou aquela viagem dos sonhos pode se tornar um pesadelo no caos de São Paulo que ele não vai blasfemar. Ainda vai dar risada da situação;
  28. Acham que podem salvar o mundo com uma matéria. Olha que sensibilidade!;
  29. Eles sempre sabem tudo todo o tempo;
  30. Gostam de música para acalmar;
  31. Leem livros raros, histórias para crianças e semiótica… Seus filhos serão super dotados se depender dele;
  32. Sua vida social é infinitamente grande. Você nunca poderá reclamar que não conhece gente nova;
  33. Eles estão acostumados com coisas chatas e sabem contorná-las muito bem. O casamento nunca vai virar algo monótono;
  34. Eles gostam de camisas com estampas de alguma brincadeira sobre algo atual. Suas amigas vão ficar com inveja do seu companheiro inteligente;
  35. Eles sempre têm uma opinião sobre qualquer coisa na face da Terra. Durante uma conversa entre amigos, vocês nunca ficarão apagados;
  36. A maioria gosta de virar psicólogo, técnico de futebol e médico às vezes. Você terá um companheiro mil e uma utilidades;
  37. Por causa da profissão, são forçados a aprender mais de um idioma. Você vai ouvir “Eu te amo” em, pelo menos, umas três línguas diferentes;
  38. A primeira coisa que seu filho vai aprender é que a informação é a alma do negócio. Com dois anos, sua fofurinha vai saber o que é aquecimento global, mercado financeiro e já saberá criticar políticos;
  39. Gostam de mudar de cidade, estado e até de país. Você conhecerá muitos lugares!;
  40. Assistem documentários e vão a museus o tempo todo, não importa o que seja. Ô cultura!

Incursões por blogs alheios

Bom dia, gente amada e varonil!
Lembram desta palavra —  "varonil"? Certamente que lembram, mas, quando ainda estava em uso, nós nem desconfiávamos do que poderia significar, criancinhas que éramos, certo? Humm... sei que alguns de vocês nem nascidos eram. Falando nisso, saudades do Doti7, que nunca mais apareceu. Então tá: "varonil" quer dizer "honrado", "de postura impecável", mas também pode significar "viril" e imagens assim mais masculinas, como "valentia", "coragem" e esta coisa cultural toda. Usar esta palavra para dar bom dia neste primeiro dia mais ou menos útil do ano de 2010 carrega mesmo estes dois significados. Isto para dizer que andei passeando pelos meus blogs favoritos e fui me encantando cada vez mais com o Visão Suburbana, o qual passei também a seguir. Não conheço a galera que faz, mas reconheço nos textos uma preocupação genuína com a vida de uma parte desta cidade esquecida pelo poder público — o subúrbio. Fazem um texto de resistência (espero que não sejam candidatos a coisa alguma!), embora dócil, sem os arroubos de "valentia" que caracterizam os textos dos que defendem causas públicas, sejam homens ou mulheres. Recomendo especialmente uma postagem cujo título é "Guia afetivo da periferia: todos somos centro", assinada por Egeu Laus; e outra entitulada "Resistência", assinada por Gledson Vinícius. No blog tem de um tudo...rsrs. Mas um tudo de interessante e bom. A postagem mais recente é de uma foto, feita pelo Gledson Vinícius, que não consegui baixar para publicar aqui. Mas só para estimular meus queridos e varonis leitores a visitar o Visão Suburbana, mando a foto do blogueiro em pose de boas-vindas.  Com sua licença, Gledson:
http://www.visaosuburbana.com/