Páginas

29 julho 2009

O tempo não pára...

Estou gestando uma história. Uma história baseada em fatos verídicos, todos eles, por mais difícil que venha a ser acreditar em algumas das muitas passagens. Não sei ainda por onde começar a contar, porque não quero ter que passar a limpo ou copidescar uma história assim tão verdadeira. Prometo apenas me redimir dos erros e falhas em notas de rodapé — se é que blogs têm pé... ou roda...rsrs. Espero que os personagens reais não se identifiquem facilmente, mas sinceramente espero que todos os que lerem se vejam neles e se perguntem: serei eu? Uma história que, ao contrário de sempre, não começa pelo início e nem pelo fim, mas pelo meio. Na foto, a personagem principal em algum momento da sua tormentosa e impressionante vida. O outro personagem é o Tempo, que não se deixa fotografar — qualquer imagem dele é mera representação. Vou, como sempre, atribuir um título provisório à narrativa. Acho que os títulos guardam uma certa autonomia e só se revelam no final. Pois bem: essa história vai se chamar provisoriamente A Lagarta e o Tempo. E por enquanto é só, meus venerados leitores. Embora o conteúdo esteja pronto, já que são fatos verídicos, preciso ainda organizar os dados, para que não faltem minudências (não sei por que, mas adoro essa palavra... minudências...). E mais ainda: para que eu não corra demasiado risco de faltar com a sinceridade onde a opinião se intrometer em sua arrogância ressentida e geralmente grosseira. Por hora, meus amados, é só. Aguardem com o carinho e a paciência de sempre, até que eu volte de uma viagenzinha rápida, do tipo "vou ali e volto já". Como de sempre e cada vez mais, amor.
Hanna
Enquanto isso, Cazuza para todos!

Nenhum comentário: