Páginas

18 outubro 2009

O que está acontecendo?

O mundo está ao contrário e ninguém me falou...

Ah, Deus...

As postagens de saudade que li em um blog amigo acabaram comigo e nublaram o meu domingo de sol. Não é para fazer rima, verso, canção. É pura verdade, daquelas que não rendem histórias, mas que são apenas desabafo. Amanheci triste e passei o dia assim. Tenho tanta pena das pessoas que sofrem, que se apegam a pensamentos e memórias e seguem assim sangrando, achando que lembrança e saudade formam uma espécie de punição. Ai, como isso acaba comigo. Não sei como não resisto a esta imposição do sofrer. Talvez porque não tenha, eu mesma, me curado de minhas lembranças encapuzadas no manto escuro da saudade. Não sei... Quero tanto ser feliz e isso não me parece possível se as pessoas de quem gosto (ou de quem passei a gostar) tambem não se sentem assim. Ah, como eu queria que a vida fosse apenas uma brincadeira de roda; uma espécie de cada um tem sua boa vez. Não é assim. Mas hoje, tentando livrar-me do sentimento nefasto, passei o dia na praia. Voltei pensando em escrever que "não há nada que um dia de sol não consiga curar". Abri o blog com meu Otelo no colo (um dia falo dele pra vocês, com foto e tudo) e dei uma passeada  na internet antes de começar a postar. Foi aí que, lá pelo segundo ou terceiro parágrafo da postagem de um blogueiro amigo,  não consegui conter a tristeza e as lágrimas que, não fosse Otelo, nem sei onde iriam parar. Interrompi a leitura e levei Otelo para um lugar de conforto. Voltei e li o restante daquele texto de sofrimento e dor. Vi ao final que não era assinado pelo amigo querido. Na hora, devo confessar que assustou-me tamanho sofrimento para quem, como ele,  sempre fora tão contido. Pensei que ele havia surtado de dor. Aliviou-me saber que não era ele. Não conheço quem suporta tamanho sofrimento e ali  publicou sua dor. Mas seja lá quem for, que Deus se apiede e console tanta desdita. Deus, como sofremos nessa vida! Como é difícil seguir sem dor! Como somos tolos. ... e quase todos iguais. Que seu generoso manto de amor nos abrace a todos, Senhor,  e nos ajude a cumprir o que esperas de nós. Estamos todos na mesma estrada, guiados pela mesma luz. Que não nos percamos no caminho. Fiquemos com Deus, porque as dores da vida são apenas ilusão. Sejamos dóceis — quem sabe então poderemos ter por companhia o amor que um dia desejamos que estivesse conosco para sempre. Eu espero sinceramente que sim. E que Deus abençoe a todos nós.

17 outubro 2009

Snif...snif...

Não sou de reclamar, vocês sabem...mas tô triste.  Todos os dias, umas 40 pessoas visitam este humilde blog e passam preciosos minutos lendo as bobagens de Hanna. Muitos voltam e alguns passam o fim de semana revirando meus arquivos e textos. Encontram no Google alguma coisa que fiz e depois repetem a busca só para me encontrar de novo. Ouvem músicas, bisbilhotam os comentários que outros deixaram; pulam para os blogs dos meus amigos, vão e voltam... e não deixam nem um comentariozinho! Poxa, pessoas, do lado de cá das bobagens tem um coração, tem gente...

Hanna existe, sou eu...
Buááááááááááááááááááááááááááááááá

E não é que é...


"Como é mesmo que se faz para sair daqui?
Esse negócio é muito chato...
Coisa de quem não tem mesmo o que fazer.
Mas pensando bem, hoje é sábado...está chovendo...
Hã...que tal um vinho, ou uma cerveja?
Esse troço vai acabar tomando o lugar da conversa fiada...Fui!"
H.S.
(É de Homer Simpson, viu? Não é de Hanna Stael...
Mas eu também já... FUI!)

"Como se fosse brincadeira de roda, memórias..."

PRA DECLARAR MINHA SAUDADE
O QUE SOBROU DO CÉU
TÁ PERDOADO...







Pensamentos esparsos

Escritores e poetas são mentirosos autorizados.
Suas mentiras surtem o efeito das grandes verdades.
A semelhança entre escritores e jornalistas é o fato de serem ambos autorizados. 
O que os distingue é a forma de escrever.

O resto é bobagem...

Parcerias, respostas

QUEM SOMOS NÓS
(Hanna Stael e Joseti Marques)

Sou alegre; sou feliz.
Digo em alegria, o que o teu coração não diz
Não sei brincar, de roda ou de amar
Amar não é jogo; não é coisa de aprendiz.

Tenho um coração na alma
Um pensamento no coração
Em lugares tão distantes
Não sei se estou ou não.

Não quero que a mim digam,
O que acham que eu deva ser
Só eu sou assim eu mesma
Como ninguém mais poderá ser

Não sou palavras, frases, verbos
Parágrafos, ponto, vírgula, exclamação
Em letras curtas, versos longos
Posso ser o que sou... ou não

Não me queiram pelo que sabem
Não me ames pelo que vês
Não me odeiem pelo que pensam
Eu sou eu, não sou vocês.

Sou assim, feito esperança
Um coração que pensa, alma que dança
Um pensamento que voa, desejo que ecoa
Uma mulher; uma criança.

Sexta com jeito de sábado; sábado com cara de domingo. E ainda sobra um dia!

Eu queria contar uma história ou alguma novidade, mas as palavras ainda estão dormindo. Insisto, faço barulho, sacudo os galhos das árvores onde elas se escondem... mas o silêncio é total. Papel em branco me agonia. Por isso esta justificativa tosca; só pra sujar o papel. Mas para que não fique o esforço de todo perdido, vou postar uma musiquinha para dar bom dia. E vou dormir outra vez, lá no meio das palavras mudas, dos acentos relaxados, das cedilhas enroscadas em si mesmas... ensimesmadas...rsrs.
Afinal, hoje é domingo. Quer dizer... sábado.
Aproveitem!
H.

16 outubro 2009

Brincadeiras de memórias

HISTÓRIAS EDITADAS
(Hanna Stael)


Pera, uva ou maçã?!
Ai, tomara que dê maçã...
Será que ele vai me beijar?
Será que vai me ligar?
Será que vai me atender?
Será que vai retornar a mensagem no celular?
Será que vai me mandar um torpedo?
Será que vai me chamar no msn?
Será que vai me chamar pra sair?
Será que vai querer...
Será? Será?
Pera...
Uva... ou...
Alô? Oi!Claro! A que horas, então?
Kiwi...