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16 setembro 2009

"Tornar feliz...". 
"Sejamos felizes em nossas realidades, tal qual a colapsamos".
Será mesmo assim? Será mesmo que fomos nós que decidimos que deveria ser assim? Será que gostamos que seja assim? Será que neste mundo cada coisa deve ocupar um único lugar? Será que somos donos dos lugares? Será que os lugares nos comportam? Será que não podemos nos mudar? Será que não podemos andar? Será que estamos condenados a ser apenas o que somos? Será que não podemos nos libertar?
Será... Será? Será?!!
Se for, então tá... Mas... e se não for?
H.

A dor

A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
A dor vai fechar esses cortes 
(Somente)
As flores de plástico não morrem...
Hanna, titaneando dores.

Adornos...

Há tempos, pensamentos emaranhados vêm me despertando na madrugada. Acordo e atendo como quem ouve um chamado urgente, ou como quem apenas aguardava este chamado para despertar. Levanto prontamente e abro as portas e janelas possíveis, como quem corre ao vento em longo esforço, na certeza de alcançar a mão distante do par —  ânsia incontida da dança, da roda, da leveza e paz da alegria de amar. Ontem duvidei da certeza, da esperança e da fé. O chamamento explícito não me fez levantar. Letras claras, monossílado, exclamações estampavam-se com estranha autonomia no pensamento, querendo emaranhar-se em mim como um código de resgate da certeza em aflição — "Sou eu! Sou eu sim! Abra a porta; estou aqui!", parecia querer dizer. Voltei-me para o outro lado, onde a realidade não comporta janelas e saídas, onde tudo é friamente calculado e inerte; lá onde não se conjugam as possibilidades escondidas sob o manto do impossível. Lá onde tudo é fato e nada é impressão; onde a vida exuberante cede o lugar à tosca versão. Cansaço, puro cansaço. Ou seria pressa, urgência, aflição? Não sei dizer e não quis pensar. Olhei a janela e duvidei. Dormi.

PS: Aí, vem a bobona da Hanna com uma explicação metafilosófica: 
"Você deve ter dormido com a TV ligada no desenho dos Flintstones...hahaha....
"Abra a porta, Wilmaaaaaaaa!!!!!!".
Então tá então...rsrs

Equações insolúveis

Qual é a distância que separa estes dois pontos? A distância mais curta, uma linha reta? Uma equação; um desequilíbrio? Quais são os pontos que balisam a linha reta? Um ponto parágrafo? Um ponto final? Ou uma  interrogação? 
Vai saber... vai saber... 
Não sei não.

15 setembro 2009

Non sense

Noites e manhãs... no meio, as madrugadas; antes, os dias. 
Depois, tudo outra vez; a vida.
Boa noite.
Hanna, non sense.

14 setembro 2009

O que não tem remédio, remediado está

Sim, dói. É claro que dói... mas fazer o que? Não depende de nós. Quanto mais a gente se debate, mais dói. Tem que deixar quieto, resistir, até passar. Quem sabe o que quer, sofre mais, porque custa mais a passar. Mas mesmo assim, sempre passa. Mesmo que não seja só vontade... passa. 
Que desperdício...

13 setembro 2009

Pra enfeitar a semana

Beijos, muitos beijos que colhi no caminho pra vocês.
Amor e saudades, de Hanna.

10 setembro 2009

Da Ju, sacada em tempo real, para todos vocês:
"Rezem como se tudo dependesse de Deus e trabalhem como se tudo dependesse de vocês"
Beijos, Ju!!!!
Hanna