
Olá, pessoas sempre queridas, conhecidas ou não.
Aproveitei o quanto pude as minhas horas autoconcedidas de ócio criativo. Que aliás não foram poucas nestes últimos tempos. Escrevi sobre Deus e todo mundo — inventei histórias, ensaiei poemas, consolei dores imaginadas, amores sonhados, alegrias inventadas — uma realidade plenamente povoada por pensamentos e o afeto inigualável de vocês, que me lêem e tantas vezes comentam. Mas... não sem alguma resistência, devo informar que preciso me impor uma certa autodisciplina, que de alguma forma inclui menos dedicação a este exercício de escreveção que a mim encanta. Tenho coisas que inventei e se tornaram realidade e agora preciso cuidá-las. Como diria minha avó, "quem pariu Mateus, que o embale". E quem me conhece sabe: não me recuso a embalar os filhos que invento e nem aqueles por outros inventados e que, por fortuna do destino, aportam aos meus cuidados. Sou amorável. Me constituo de amor, alegria, fé... e trabalho. E esses são os meus combustíveis, que não se recusam à explosão e são inesgotáveis. E considerando-se que ainda não encontrei minha camada de pré-sal... iixi!Mas não vou deixar de ler vocês, os que escrevem. E sempre que der, posto uma bobagenzinha ou outra. Porque, afinal, que graça teria Hanna se não fossem suas tolices e inevitáveis fugas?Com amor confeitado de antecipada saudade... beijos!
Hanna Stael
Hanna Stael


