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02 fevereiro 2008

"1001 discos para ouvir antes de morrer"

Esse é o nome de um livro literalmente de peso, editado por Robert Dimery e prefaciado por Michael Lydon, editor e co-fundador da revista Rolling Stone (Editora Sextante). E o assunto é exatamente o que diz o título. Como meus dias de lazer - ou de lesa - estão prestes a serem abduzidos pela nobre causa do trabalho com "folgas remuneradas" (entenderam, né? Se são remuneradas... alguém as comprou, sacou? Então... nem tão folgadas assim - ai, os meus adoráveis parênteses bochechudos...). Mas voltando ao tema, vamos passar uma boa temporada visitando a alentada obra de Dimery e suas sugetões para ouvir antes de morrer, porque me toma menos tempo, me mantém conectada aos meus imprescindíveis leitores, e me dá oportunidade de revisitar algumas músicas que já esqueci e ter o prazer de ouvir as que não conhecia. Espero que gostem... e comentem, por favor!
Vamos começar pelos anos 50, quando Fidel se tornou presidente de Cuba e Hitler foi declarado oficialmente morto. Ah! Informação relevante: o bambolê também foi inventado nessa época (está tudo lá no livro; juro que não testemunhei!). Um dos álbuns referidos por Dimery como marco dos anos 50 é In the Wee Small Hours, do inigualável Frank Sinatra. O disco foi lançado em 55, quando Sinatra se separou de Ava Gardner. Conta a lenda que este é o mais impressionante trabalho musical sobre o tema da separação - a dor faz coisas, não? Então vamos conferir Sinatra interpretando a música de Cole Porter que deu título ao disco. Para os mais jovens, a oportunidade de ver como eram os cds de antigamente (esses eu tenho que confessar que vi...rsss). A próxima postagem será dedicada ao rock...yeah!

01 fevereiro 2008

Resist...Rush



I can learn to resist
Anything but temptation
I can learn to co-exist
With anything but pain

I can learn to compromise

Anything but my desires
I can learn to get along
With all the things I cant explain

I can learn to resist
Anything but frustration
I can learn to persist
With anything but aiming low

I can learn to close my eyes
To anything but injustice
I can learn to get along
With all the things I dont know

You can surrender
Without a prayer
But never really pray
Pray without surrender

You can fight
Without ever winning
But never ever win
Without a fight

Vale apenas verde novo

Há coisas na vida que são como o vento... já nascem passando. E talvez sejam boas apenas por isso.
Ok... confesso que essa é plágio, mas de mim mesma, portanto o crime é apenas de completa falta de originalidade. E para esses casos, a pena é branda...rssss
(porque rir é preciso, embora não seja exato)

31 janeiro 2008

Dos seres amoráveis


Minha capacidade de amar se expande tanto,
que às vezes tenho medo que ela exploda
como uma bolha de sabão.... plof!


Um infinito particular

Coisas etéreas

Sou mãe de todos os filhos que me aportaram ao ventre, mas também de todos aqueles que me batem à porta.
E isso me faz muito feliz - a mim que sempre gostei de ter a barriga crescendo e de amamentar.
Talvez por isso não haja, em meu corpo, tantas marcas do prazer de me desdobrar. Prazeres não deixam muitas marcas. Benditas sejam todas as mães, e que Deus as ajudem a sustentar a difícil decisão de parir.

30 janeiro 2008

Il pagliacci

Na falta de bobagens mais sérias...


Meu blog está padecendo da falta de bobagens mais inexpressivas, superficiais, besteiras do tipo bundices, por exemplo. Aqui ao lado me sugeriram falar do programa da Diva, vulgo Luciana Gimenez...mas aí já é um pouquinho demais para minha pretensão de besteiras. Fico nas carinhas expressivas e bobas ao lado, para ao menos alegrar a galerinha abaixo dos 45 que também freqüenta este espaço que fala, sobretudo, de qualquer coisa.
A todos, a minha expressão da mais pura sanidade.

Do meu segundo poeta predileto a um amigo absurdamente especial

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos os que não conseguem falar com Deus.
A amizade é um amor que nunca morre. "
Mario Quintana - (escritor gaúcho 30/07/1906 - 05/05/1994 )
A imagem é a palavra "felicidade" ; uma homenagem aos samurais.