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22 janeiro 2010

Olá, sexta-feira...

Pois é: o bom é que tudo na vida passa... até uva passa, como diz a filosofia besteirol de internet. Mas é preciso ter muita delicadeza e cuidado, para não deixar que passem até mesmo as coisas boas que deveriam ter ficado. Música, por exemplo, não deve ser jogada fora com a água do tacho quebrado. Mas veja bem — conselho de Hanna — só ouça de novo, se já tiver passado...rsrs. Então, aos que já se recuperaram de amores que passaram, uma seleção de lindas canções no iPode aí ao lado. São todas lindas; verdadeiros clássicos do amor lembrado. E de quebra, na faixa 2 (ainda é assim que se  chama?) uma poesia musicada, declamada pelo autor: Vinícius de Moraes. Até copiei uma frase para título  da postagem musical: "Para se viver um grande amor é preciso, primeiro, sagrar-se cavalheiro...". Êta, frase magistral! Prestem atenção na poesia toda.  E lembrem que vocês podem usar os controles virtuais do iPod como se fossem... digamos... de verdade.  O bichinho faz tudo como se fosse gente grande...rsrs. Então, meus caríssimos: sexta-feira vem chegando cheia de novidades; que seja boa para todos. E ao Anônimo que me cobrou a história prometida sobre a cigana, garanto que não esqueci e juro que posto neste fim de semana. Ops! Quer dizer.... juro não; prometo.
Beijos doces, amáveis e muitos, como este
montinho de lindas flores, chamadas amor perfeito



Hanna, prima irmã de Fênix.

21 janeiro 2010

Acontece...

Às vezes bate um cansaço; uma vontade de nem sei o quê. Recolhimento da alegria, do excesso, da euforia... ressaca do mar, da fantasia. Paisagem muda, sempre a mesma. Para que servem os motivos? Não tenho nenhum. Mas estou assim, com uma certa tristeza nublada sentada ao meu lado. No bolso esquerdo dela, um monte de papeizinhos para eu escolher. Mas antes que o dia acabe, uma de nós vai embora, deixando a outra para lá. Enquanto isso, estou mesmo assim... triste.
H.

Ajustando o foco, as contas, os desejos

Já disse a vocês, em uma postagem mais antiga: o problema deste ano reside em se querer a coisa errada, porque periga de se conseguir. Tome tenência, esse menino! O resto, pode-se deixar para lá. Hoje já não é mais feriado. E amanhã só Deus sabe o que será. Pensem bem; desejem melhor ainda.

Hanna

20 janeiro 2010

19 janeiro 2010

Entre a bola e os atletas

Esta postagem é para uma amigo blogueiro que um dia me garantiu que "a bola sempre busca o pé do atleta". Pois bem: mais uma vez não encontrou.
Um chope, depois a saideira. Coisa rápida pra despistar o calor, no quiosquinho Champanheria, no calçadão de Copacabana. Tarde acabando no horário de verão; volta preguiçosa das férias. E lá estava, diante de mim, o melhor do espetáculo — três molequinhos jogando bola na areia bem em frente à minha mesa. As idades deles deveriam variar entre dois e quatro anos. Jogo disputadíssimo, pau a pau! A bola poderia ter ido para a mesa das famílias deles, bem ao lado; ou melhor, uma de cada lado, mas vinha direto no meio, na minha mesa bem ali. Batia na cadeira vazia, na mesa, na minha mão, e eu agarrava com lance de profissional..hehehe.. antes que a bola derrubasse o chope. Eu já estava me sentindo a goleira da parada. Fiquei feliz por isso — jogando bola com a "rapaziada"...rsrs. Lembrei de uma história antiga, coisa de atleta. Olhei para o fundo do mar, que vai dar bem na trave do outro lado, na outra praia. Achei graça desta vida boba de Hanna. Voltei para o presente agradável do lugar que era aquele agora. Lembrei que mais cedo, naquele mesmo dia, havia lançado uma garrafa ao mar, com um mansagem. E já era quase fim de tarde e ainda não havia escutado o "tchibum". Pensei se alguém que poderia ter interceptado a garrafa ainda no ar; e se foi isso, teria conseguido abri-la? E se a abriu, teria alcançado a mensagem? E se alcançou, teria conseguido entender? E se entendeu, teria dado a isso alguma importância? Mensagens em garrafas atiradas ao mar...Quando atinei, o atleta de dois anos havia largado a bola e fazia graça pra mim. Não sei se me distraí, mas não ouvi a garrafa sucumbir no mar. Êta,vida...
H.



Sobre a Lua Azul


Recebi este texto de um amigo, por e-mail, e achei importante compartilhar, lembrando que na virada de 2009 para 2010 estávamos acompanhados de uma belíssima Lua Azul. E vejam o que isso pode significar.  Obrigada, Stanislaw!



A Lua Azul é o nome que recebe a segunda Lua Cheia de um mês, que é um momento especial de celebração, pois é um Lua de energia reforçada. É um tempo em que se pode buscar aconselhamento para caminhos espirituais, pedindo a Deus que reforce os laços de conexão com você. Por ser considerada um tempo entre os tempos, um momento raro, e por isso, muito mais poderoso e mágico, fica mais fácil alcançar o mundo entre os mundos por meio dela. É uma Lua de abundância, que permite colher muito mais do que plantamos. Os encantamentos têm maior poder e os resultados são mais rápidos. Pensamentos e desejos tornam-se mais intensos e, assim, qualquer ritual exige maior cautela em relação aos objetivos e pedidos.  Tradicionalmente, a Lua Azul é uma Lua do Amor, onde poderemos trabalhar todas as questões  relativas a esse sentimento que move os mundos:  o amor próprio, o amor pelo outro, o amor universal. A lua recomenda cautela com os relacionamentos e anuncia que é tempo de reestruturações. Acredita-se também que a Lua Azul começou a ser cultuada, inicialmente, entre os egípcios,  com a substituição do calendário Lunar, que marcava o tempo usando as fases da Lua, pelo calendário Solar, que introduziu o conceito do mês de trinta dias. A Lua Azul nos proporciona uma oportunidade a mais de tocar o divino, um aumento de consciência diante das forças sobrenaturais, reforçando, assim, o intercâmbio com os outros planos,  reinos e dimensões. Mais do que nunca vale a advertência... Cuidado com o que pedir, pois você pode conseguir! Com o surgimento do calendário Juliano, no início do cristianismo, o culto à Lua Azul passou a ser reprimido por ser considerado uma exacerbação da simbologia lunar,  do poder feminino, assuntos perseguidos e proibidos. Mesmo assim, permaneceu sua aura romântica e poética  e a Lua Azul passou a ser associada à crença de que era propícia ao romance e ao encontro de parceiros. A Lua Azul é aquela que se torna a visão, a guardiã de todos os ciclos de transformação, a mãe das mudanças. Nos ensina a importância de seguir nosso caminho sem nos deixar desviar  por ilusões que possam vir a interferir em nossas visões. Cada vez que nos transformamos, realizando nossas visões, uma nova perspectiva e compreensão se abre, permitindo-nos alcançar outro nível na eterna espiral da evolução do espírito. A última visão a ser alcançada é a decisão de simplesmente SER. Sendo tudo e sendo nada, eliminamos os rótulos e definições que limitam nossa plenitude. 

Carona na postagem:  Otelo, o coelho, está preocupado com a responsabilidade que terá ao assumir a coluna neste blog de "vastíssima" audiência. Já não devora coisa alguma de forma natural e aleatória, sem antes sondar os discursos que guardam. E chama a atenção para o trecho desta postagem, que  destaquei  no texto para vocês. Ele acha que se as mulheres e seus simbolismos foram perseguidos de forma tão virulenta, tendo  seus assuntos e seu "poder"  sido usurpados como proibidos em nome da hegemonia masculina, então há que se desconfiar das histórias que nos contam os jornais... e a ciência. 
É... faz sentido. Pensem nisso. 
Beijos, muitos beijos.
H.
 

Aos que reclamam...

Aos que se ressentem da minha falta de periodicidade e frequência, além do meu clássico desrespeito ao dead line, informo que a próxima postagem contará o encontro de Hanna com a tal da cigana. E aos que reclamam, como o Anônimo do comentário ali debaixo, as batatas... recheadas de carinho e histórias de Hanna, cobertas com cubinhos de queijo gorgonzola, pode ser?
Beijos de sempre.
H.