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28 outubro 2009

"Todos nós nascemos loucos; alguns permanecem"


A frase do título é atribuída a Samuel Beckett, de quem publico um resumo da biografia logo abaixo.  O motivo da postagem é dar boas-vindas a um novo seguidor das bobagens de Hanna, a quem não conhecemos, mas que hoje se agregou a nós. Denomina-se Bufo e não postou foto, mas fui à página dele para saber algo mais que me inspirasse novos textos. Afinal, quando escrevemos em espaço público, acho que falamos para o admirável e respeitável... público, né não? Pois bem: lá está que o nome dele é Johnny Russell e reclama não encontrar, no Google, textos de Beckett. Pensei então que esta seria uma maneira de agradecer ao Bufo por gostar deste Sobretudo, qualquer coisa, na falta de qualquer coisa melhor, ou de qualquer coisa de Beckett. Mas nos damos por satisfeitas por ele ter parado aqui, alguém de interesse tão ...refinado. Que luxo. Voltando ao tema, pesquisei no Google para ver se encontrava um parágrafo que fosse para brindar o novo seguidor. Até agora, nada. Mas compartilho com todos os demais queridos visitantes um parco conhecimento do genial Beckett, na esperança de que alguém possa nos contemplar com algo mais robusto. Enquanto esperamos (Godot...rs), eis aqui um pequeno brinde à presença do já querido Johnny, o Bufo. 
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"A arte sempre foi isto - interrogação pura, questão retórica sem a retórica - embora se diga que aparece pela realidade social".

"As lágrimas do mundo são inalteráveis. Para cada um que começa a chorar, em algum lugar outro pára. O mesmo vale para o riso".

 O link que achei mais interessante para as obras do autor foi http://portugues.agonia.net/index.php/author/0003766/Samuel%20Beckett.



SAMUEL BECKETT


"Samuel Beckett foi um dos fundadores do teatro do absurdo e é considerado um dos principais autores do século 20. Sua obra foi traduzida para mais de trinta idiomas. Beckett nasceu numa família burguesa e protestante, e em 1927 graduou-se em literatura no Trinity College de Dublin, onde estudou também italiano e francês. Em 1928, foi lecionar em Paris, onde conheceu James Joyce, de quem se tornou amigo. Durante o ano de 1930 Beckett lecionou na Irlanda. Nessa época escreveu o estudo crítico "Proust", comentando a obra do grande escritor francês. No ano seguinte Samuel Beckett fixou residência em Paris e escreveu a sua primeira novela, "Dream of Fair to Middling Women", que seria publicada somente depois de sua morte. Em 1933, voltou a Dublin, por motivos familiares, mas retornou a Paris em 1938. Nessa época, levou, de um estranho, uma facada no peito e ficou gravemente ferido. No início da Segunda Guerra Mundial, Beckett vinculou-se à Resistência Francesa, juntamente com sua esposa, Suzanne Deschevaux-Dusmenoil. Em 1942 foi obrigado a fugir para Vichy, onde escreveu parte da novela "Watt". A partir de 1945, o seu idioma literário passou a ser o francês. Entre 1951 e 1953 escreveu uma trilogia ("Molloy", "Malone Morre" e "L'Innommable"), cujo tema é a solidão do homem. Com "Esperando Godot", Beckett iniciou, ao mesmo tempo que Ionesco, o teatro do absurdo. Posteriormente ainda escreveu, além de algumas obras narrativas, diversas peças teatrais, como "Fim de Festa", "Ato sem Palavras" e "Os Dias Felizes". Em 1969, Beckett ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Durante a vida escreveu poemas e textos em prosa, como romances, novelas, contos e ensaios, além de textos para o teatro, o cinema, o rádio e a televisão. Samuel Beckett morreu em 1989, cinco meses depois de sua esposa. Foi enterrado no cemitério de Montparnasse".
Fonte: Pedagogia&Comunicação

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