É melhor morrer de vergonha do que de medo, de constrangimento. É melhor corar de audácia, do que de indecisão. Quantas vezes passamos a vida a ruminar a dúvida de que poderíamos ter sido mais felizes se tivéssemos tido a coragem de assumir atitudes das quais eventualmente poderíamos nos envergonhar e arrepender? Quantas vezes tomamos decisões das quais só nós não víamos que um dia nos arrependeríamos? Amor e medo andam lado a lado desafiando um ao outro. Amor é a resposta e o medo é a questão. Não sei da vida mais do que vivi; não sei do amor mais do que amei. Não tenho perguntas. Não sei fingir, não sei ocultar, não sei adiar o que me antecede. E ao amor, deixo a liberdade de ser enquanto quiser, até que um dia se apague — porque tudo um dia fenece. Felizes os que se rendem ao amor sem ao menos perguntar por que. Quem sabe a esses será dada a graça do amor sem fim.
Contemplem-se, caros amigos, com a plenitude de se permitirem amar.
A todos, muita paz.
Hanna.
Contemplem-se, caros amigos, com a plenitude de se permitirem amar.
A todos, muita paz.
Hanna.
Nenhum comentário:
Postar um comentário