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31 outubro 2007

Pode bulir não...

Por que foi bulir com o que já estava quase quieto?! Têm coisas na vida que sofrem de uma certa insônia... quando dormem, é bom deixar dormir, até que não acordem mais. Quem tem insônia sabe... Mas como diz o Moska, "eu falo de amor à vida e não de medo da morte". Então vamos botar aí umas carrancas do Nordeste pra espantar os maus espíritos e deixar morrer em paz.
E aí, Boi da Cara Preta! Dá um tempo na Cow Parade e vem que está rolando um frila... yeah!

29 outubro 2007

Explicitudes III

Deixar implícito pode ter lá seu charme... mas nada como ser absolutamente transparente, verdadeiro, honesto, sincero, franco, desavergonhado... explícito, certo?!

Das bobagens da vida






Hoje falei com Zeus...
que está feliz,
graças a Deus!

Dos que exigem muito

Victor Hugo diz que o ponto supremo do amor é quando alguém te ama não pelo que você é, mas apesar do que você é...

22 outubro 2007

Explicitudes III

Na vida tudo passa, até uva passa....
Filosofia de internet é pior do que filosofia de caminhão,
mas ambas falam de verdades explícitas,
sem retórica, sem acabamento, com ironia e humor.
Nem por isso menos verdadeiras, nem por isso menos poéticas.
Na vida, tudo passa...

20 outubro 2007

Acertei...meu amigo com voz de Zeus vai ser pai de novo!

Parabéns, leso!!!!

Mário Quintana para todos

Uma alegria para sempre (com os devidos pedidos de desculpas)
(Mário Quintana com Salvador Dalí - Persistência da Memória- 1931)

As coisas que não conseguem ser
olvidadas continuam acontecendo.
Sentimo-las como da primeira vez,
sentimo-las fora do tempo,
nesse mundo do sempre onde as
datas não datam. Só no mundo do nunca
existem lápides... Que importa se —
depois de tudo — tenha "ele" partido, casado, mudado, sumido, esquecido,
enganado, ou o que quer que te haja
feito, em suma? Tiveste uma parte da
sua vida que foi só tua e, esta, "ele"
jamais a poderá passar de ti para ninguém.
Há bens inalienáveis, há certos momentos que,
ao contrário do que pensas,
fazem parte de tua vida presente
e não do teu passado.
E abrem-se no teu
sorriso mesmo quando,
deslembrando deles,
estiveres sorrindo a outras coisas.
Ah, nem queiras saber o quanto
deves à ingrata criatura...
A thing of beauty is a joy for ever
— disse, há cento e muitos anos, um poeta
inglês que não conseguiu morrer.

Nota da blogger: O poeta inglês citado por Mário Quintana é John Keats.

18 outubro 2007