VALEU A SUGESTÃO, MARCUSO POLIDORO!
Sobretudo, coisas relevantes. E nada é mais relevante do que a liberdade de pensar e a coragem de escrever. Nada é mais generoso do que compartilhar o que nos é relevante. Sobretudo, toda e qualquer coisa. Ano VIII
06 março 2008
05 março 2008
Manual para construção de oásis no meio do dia

Rssss.... É claro que não existe manual para isso. Mas como reza a sabedoria popular, teria sido a necessidade que ensinou o sapo a pular e o homem a voar (acréscimo pobre, mas meu). Se é por aí e todas as coisas surgem da necessidade, então é possível inventarmos tudo — porque o que não falta é necessidade. Partindo desse princípio lógico-esotérico, resolvi inventar um oásis para os meus dias que seguem cada vez mais assoberbados (pela graça do bom Deus!). Comprei uma harmônica blues diatônica (ha... como também é bom chamar os bois pelo nome certo de batismo!). Para quem não sabe, essa arrogância toda é o nome técnico da coisinha elegante, charmosa e inspiradora que chamamos, na intimidade, de... gaita. Isso mesmo! Comprei uma gaitinha blues e resolvi fazer oásis de som no entorno do meu dia. Uma gaita posso levar na bolsa, no bolso, na mão (se tirar o celular da mão e o guardar na bolsa!). Posso tocar em qualquer lugar, se resolver correr o risco de que joguem algumas moedas aos meus pés, mesmo que seja apenas para que eu procure uma escola para aprender a tocar direito... Claro que não quero correr esse risco... Mas brincadeiras à parte, posso procurar um jardim isolado — acreditem: a cidade tem muitos —, ou ir para o alto dos prédios onde trabalho. O quê? Pensaram que quero repetir a façanha dos Beatles? Enganaram-se, meus queridos e queridas.... Vocês não sabem, mas alguns funcionários públicos de diversos credos formam grupos e vão fazer seus oásis, no meio do trabalho, naquele espaço de caixas d'água e casas de máquinas lá no alto dos prédios. Será que eles pensam que Deus fica mesmo lá no alto, no céu? Ou é apenas questão de privacidade em grupo? Mas não vem ao caso. Até o prédio da Prefeitura tem seus grupos (bela pauta, hein... inédita, ao que me conste.) Então, por que não um sonzinho sozinho e discreto? E ainda posso pensar que lá embaixo alguém especial ouviu e ficou parado olhando pro alto, assim como uma serenata ao contrário, da janela para o chão... ops! Menos, menos...
Mas uma coisa quero declarar a plenos pulmões e sopros:
Mas uma coisa quero declarar a plenos pulmões e sopros:
COMO É BOM PODER TOCAR UM INSTRUMENTOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!
03 março 2008
Quando as bandas não eram apenas bidê ou balde
Com todo respeito aos rapazes da banda Bidê ou Balde, da qual gosto muito, houve uma época em que as bandas prezavam nomes e sobrenomes. Esta que eu pesquei pra vocês chama-se Crosby, Still, Nash and Young, verdadeiros carpinteiros da musicalidade. Esta apresentação foi no incomparável festival de Woodstock. Incomparável mesmo, ou será que estou apenas sendo saudosista? Acho que não. A qualidade musical ainda rola entre as bandas novas, mas naquele passado já quase longínquo "a gente achava que podia mudar o mundo". A declaração é de Graham Nash, há pouco tempo, em 2002. E acho mesmo que é isso que faz a diferença e a qualidade do investimento poético, musical e, de certa forma, de todo e qualquer investimento na vida. Uma causa às margens do impossível; uma intenção profunda; um querer ver todos compartilharem felicidade. Poetas talvez dissessem que é isso que dá a sinceridade sem a qual a música perde a alma. Pode ser. Mas é fato que o mundo anda mal das rodas e muito pouca gente está preocupada com isso. O que nos deixa sem muitos motivos para consagrar as agradáveis músicas das bandas como Bidê ou Balde, Belle and Sebastian, The Cigarettes, Luiza Mandou um Beijo...
Mas vamos ao que nos trouxe hoje aqui: Com vocês, Crosby, Still, Nash and Young!!!!!
Mas vamos ao que nos trouxe hoje aqui: Com vocês, Crosby, Still, Nash and Young!!!!!
02 março 2008
Apesar de já sabermos...
Físicos quânticos, terapeutas, espíritas e mágicos em geral já provaram que o cérebro é preguiçoso — e eu até diria burro. Age por aproximação e coleciona situações semelhantes para não ter que sair da zona do conforto e oferecer uma nova opção, resposta ou comportamento. Basta que um sinal elétrico se apresente e ele logo abre a gaveta onde guardou respostas prontas para situações semelhantes e manda lá a mesma coisa de sempre. E assim vamos repetindo distraidamente os mesmos padrões de respostas, comportamentos e atitudes para coisas às vezes tão desemelhantes. Sim, mas entre saber e fazer existe uma longa distância. Há quem diga que quem sabe faz e quem não sabe, ensina. Talvez seja isso... muita gente ensinando o que não sabe fazer. Mas não custa tentar. Afinal, são apenas decisões... faço isso, não faço aquilo, quero isso, não quero aquilo... Um bom começo é perguntar "por quê?" para cada uma das respostas prontas. E mudar o rumo, a decisão, até que haja uma infinidade de possibilidades de resposta para se escolher. Isso, é claro, se não estivermos satisfeitos com o que temos, somos, vemos, fazemos etc. Então eu vou dar uma caminhada na praia só pra variar. Bom final de domingo e uma semana repleta de oportunidades a todos nós.
27 fevereiro 2008
Como são tão especiais os meus amigos...
Uma das melhores coisas da vida é ter amigos. Imaginem, então, o quanto é bom ter amigos especiais, dos quais emana a felicidade simples de se estar no mundo, apesar de todos os dilemas, percalços e problemas que nos atravessam o caminho. Esses amigos têm espíritos livres; talvez por isso tenham tempo para ser amigos, se debruçar sobre problemas alheios, sofrer pelas dores de outrem. São tão livres e senhores de si que se dão de graça, em plena graça, como quem não deve nada a ninguém. Compartilho com vocês um trecho "autorizado" da correspondência de um amigo muito especial, para que entendam do que estou falando."Quanto a aproveitar cada momento com o que ele traz, me considero uma das pessoas que mais interage com as frestas do cotidiano, que mais furta epifanias e instantes preciosos/prazerosos da rotina massacrante — aproveito muito o Rio de Janeiro, as praias selvagens de Guaratiba, as cachoeiras dentro da mata no Horto, os becos e travessas de Santa Teresa transformados na minha Ouro Preto carioca, os cantinhos secretos do Parque Lage para onde levo minha marmita feita com carinho e sabor em casa, os ônibus de todo dia que oferecem de graça vento no rosto, bancos na janela com walkman no ouvido e evasões invisíveis... os encontros com os amigos... os trabalhos com os moradores de rua e com algumas pessoas de uma localidade miserável da Ilha do Governador, as tardes na casa da minha avó lavando roupa no tanque e brincando com as cachorras e comendo carambolas deitado no chão de pedra..."
"Frestas do cotidiano"... "furtar epifanias"... que lindo isso!
Abraços e alegrias, meu amigo!
26 fevereiro 2008
25 fevereiro 2008
Os amigos, comemorando o aniversário da Beth

E segue a suíte da postagem sobre o aniversário da Beth, dona do Pavão Azul. Pretendia passar lá para pegar os créditos das fotos, mas o fim de semana foi agitadíssimo, culminando com a derrota do Botafogo e vitória do Flamengo (isto é o que se pode chamar de "insenção jornalística"...rssss).Mas para não deixar a galera ansiosa, seguem as fotos, esperando que os fotografados se identifiquem e falem de si mesmos nos comentários (ou pela "cartinha" para os mais tímidos); dêem seus créditos, que depois eu completo a coluna. Ah! Informações jornalísticas relevantes: rolou chope de graça neste dia e o Pavão Azul fica na Rua Hilário de Gouvea, em frente à 12a. DP, em Copacabana.
E a todos, uma ótima semana!
Beijos, da Hanna.
(só para não perder a oportunidade de fazer uma daquelas minhas rimas
pobr
es...) .
23 fevereiro 2008
Salve, Beth!!!! Felicidades o ano todo!

Esta é a novidade que prometi algumas postagens abaixo, mas, com sempre, demorei a entregar — ah, como é bom dar notícias sem o chicote do dead line nos obrigando a fazer com pressa o que gostaríamos de fazer no tempo apenas da precisão... Mas vamos aos fatos!Atrás do bolo, a Beth! Aniversariante comemorada efusivamente pela freqüência qualificadíssima do melhor boteco do Rio de Janeiro, o PAVÃO AZUL. E não estou puxando o saco do Pavão ao dizer isso. Ele foi eleito o melhor da cidade pela Revista Rio Show, do Globo.
Não vou postar todas as fotos do evento right now, mas ao longo do final de semana, para cativar ainda mais esse meu público amado, que curte minhas bobagens esotérias e nem um pouco jornalísticas.

Ah! O crédito das fotos! E esse crédito merece cons
tar do texto, em corpo igual (para quem não sabe, "corpo" é o tamanho das letras. Já repararam que o nome dos fotógrafos aparece sempre pequenininho nos jornais e revistas?) As fotos desta notícia altamente social foram feitas por Maria Carmem Tatagiba, escritora e uma das mais conceituadas profissionais da área de Psicologia Organizacional. Os amigos da Beth, da Vera e do Sérgio, donos do boteco, são seletíssimos, ou seja, TODA a clientela! A irmã do Rodrigo Lariú, publici
tária que mora e trabalha em Londres, fez questão de conhecer o Pavão quando esteve recentemente no Rio. E nas fotos vocês vêem: Beth com o bolo; Sérgio com a Beth; Beth com a Vera; Pavão Azul com a Beth, ladeados (gostaram do "ladeados"?) pela já citada Maria Carmem (à direita) e pela psicanalista Cristine de Moraes.Chiquéééérrimo esse Pavão!
E aguardem novas fotos desta notícia. Neste final de semana vou cumprir todos os meus compromissos e promessas, acreditem. Todos os beijos que as colunas sociais permitem. Até...
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