Páginas

25 fevereiro 2008

Os amigos, comemorando o aniversário da Beth

E segue a suíte da postagem sobre o aniversário da Beth, dona do Pavão Azul. Pretendia passar lá para pegar os créditos das fotos, mas o fim de semana foi agitadíssimo, culminando com a derrota do Botafogo e vitória do Flamengo (isto é o que se pode chamar de "insenção jornalística"...rssss).
Mas para não deixar a galera ansiosa, seguem as fotos, esperando que os fotografados se identifiquem e falem de si mesmos nos comentários (ou pela "cartinha" para os mais tímidos); dêem seus créditos, que depois eu completo a coluna. Ah! Informações jornalísticas relevantes: rolou chope de graça neste dia e o Pavão Azul fica na Rua Hilário de Gouvea, em frente à 12a. DP, em Copacabana.
E a todos, uma ótima semana!
Beijos, da Hanna.
(só para não perder a oportunidade de fazer uma daquelas minhas rimas pobres...) .

23 fevereiro 2008

Salve, Beth!!!! Felicidades o ano todo!

Esta é a novidade que prometi algumas postagens abaixo, mas, com sempre, demorei a entregar — ah, como é bom dar notícias sem o chicote do dead line nos obrigando a fazer com pressa o que gostaríamos de fazer no tempo apenas da precisão... Mas vamos aos fatos!
Atrás do bolo, a Beth! Aniversariante comemorada efusivamente pela freqüência qualificadíssima do melhor boteco do Rio de Janeiro, o PAVÃO AZUL. E não estou puxando o saco do Pavão ao dizer isso. Ele foi eleito o melhor da cidade pela Revista Rio Show, do Globo.
Não vou postar todas as fotos do evento right now, mas ao longo do final de semana, para cativar ainda mais esse meu público amado, que curte minhas bobagens esotérias e nem um pouco jornalísticas.
Ah! O crédito das fotos! E esse crédito merece constar do texto, em corpo igual (para quem não sabe, "corpo" é o tamanho das letras. Já repararam que o nome dos fotógrafos aparece sempre pequenininho nos jornais e revistas?) As fotos desta notícia altamente social foram feitas por Maria Carmem Tatagiba, escritora e uma das mais conceituadas profissionais da área de Psicologia Organizacional. Os amigos da Beth, da Vera e do Sérgio, donos do boteco, são seletíssimos, ou seja, TODA a clientela! A irmã do Rodrigo Lariú, publicitária que mora e trabalha em Londres, fez questão de conhecer o Pavão quando esteve recentemente no Rio. E nas fotos vocês vêem: Beth com o bolo; Sérgio com a Beth; Beth com a Vera; Pavão Azul com a Beth, ladeados (gostaram do "ladeados"?) pela já citada Maria Carmem (à direita) e pela psicanalista Cristine de Moraes.
Chiquéééérrimo esse Pavão!
E aguardem novas fotos desta notícia. Neste final de semana vou cumprir todos os meus compromissos e promessas, acreditem. Todos os beijos que as colunas sociais permitem. Até...



As intenções criam a realidade. Que as nossas sejam boas!


"Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos do nosso Sistema existe uma comunidade de espíritos puros e eleitos pelo Senhor Supremo do Universo em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias"

"Caminho da Luz" (p. 16)

Emmanuel (Chico Xavier)

Eu gostaria que meus amigos — todos os meus amigos ao mesmo tempo — aparecessem esotericamente no meio da minha sala de estar. E lá estivéssemos, todos, ao mesmo tempo, pelo tempo que magicamente quiséssemos. Às vezes, somente às vezes. Portanto, sintam-se todos os meus amigos efusivamente abraçados, beijados e comemorados, como se aqui estivessem.
E o fim de semana já chegou! Que seja bom para todos!

17 fevereiro 2008

Da vida e de como decidimos o que ela é

A realidade de cada um de nós é um sistema engendrado por nossas ações — das mais simples às mais complexas; das mais oportunas às mais nefastas. Nós fazemos o que vivemos e assim, sem perceber, acabamos construindo o que somos; depois, o que somos acaba determinando o que fazemos...
As decisões nefastas nos fazem andar em círculos e nos afastam de qualquer possibilidade que nos leve ao que precisamos. Sim, a palavra é "precisar", porque a palavra "querer" supõe uma autonomia de vontade que os processos circulares não permitem. Pensamos querer o que achamos que precisamos para mitigar a aflição de espírito e, assim, ampliamos ainda mais o fosso que nos separa da real vontade e da plena satisfação.
Vendemos o que resta do acervo de nossos valores no mercado voraz da solução paliativa para as dores que só têm alívio com a vertigem da queda. E caímos a cada dia um tanto a mais, levando junto o que conseguimos agarrar; o espectro material daquilo que não conseguimos ver.
Mas nada nos impede de dizer "basta"!
Dará uma certa tonteira, uma sensação de desequilíbrio, mas quando a roda pára, se está de frente para o caminho. Anda-se meio cambaleante, meio inseguro, achando que se está longe do ponto de chegada. Mas tudo isso será apenas a ilusão que a viciação em andar em círculos provoca aos sentidos. O ponto de chegada fica apenas a um milímetro de distância.
Mas a quantos terá sido dada a coragem de cair e se por de pé por sua própria vontade? De reconhecer a necessidade de aceitar as mãos que se lhes estendem? A não muitos, certamente.
Para os outros existem os recursos do aprendizado pela experiência e a divina chance de repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, repetir....
Há que se ajudar as vítimas da fraqueza e da covardia, mas sem nunca esquecer que não é oportuno assumir-lhes os carmas, inibindo suas chances de reconstrução.
E que Deus nos surpreenda com sua infinita generosidade.
Bom domingo a todos, sem exceções.
Como de sempre, amor.

16 fevereiro 2008

Pensamentos profundos, por empréstimo

"A questão é:
Certas, na verdade muitas, para ser sincero, todas as coisas não são da minha conta; não fazem parte de mim, nem caminham comigo. Então as respeito não lhes dando importância... e atravesso quando elas passam. Deixá-las livres é ignorá-las por completo — evito pra elas e pra mim o conflito. Não existindo conflitos no meu caminho, posso dizer que acho que caminho igualmente livre."
Leo Xisto (reflexões achadas entre poesias)

15 fevereiro 2008

Fernando, pessoas! Mas antes que a semana acabe, prometo novidades

Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,

Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.

Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
(Fernando Pessoa)
Beijos e muita paz.

11 fevereiro 2008

Divagando...apenas divagando.

Sobre anjos e ilusões (reedição)

Quem poderá nesta terra ter pisado sem sentir por todo o corpo o calor que vem do chão? Quem poderá neste rio ter entrado sem ter o corpo absorvido por vontade e própria decisão? Quem, em sã consciência, terá resistido aos desvios, aos atalhos, às margens oferecidos pela paixão... quem? Quem poderá dizer que passou por esta terra sem ter sucumbido, ao menos uma vez? Os anjos, talvez os anjos. Eles não sabem o que é ilusão.