Sobretudo, coisas relevantes. E nada é mais relevante do que a liberdade de pensar e a coragem de escrever. Nada é mais generoso do que compartilhar o que nos é relevante. Sobretudo, toda e qualquer coisa. Ano VIII
21 janeiro 2008
Um brinde à insensatez!
20 janeiro 2008
Para a semana começar em paz
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.
No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.
Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova evidenciando consciência tranquila.
Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição de malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária.
Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.
Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.
Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da Natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidades de aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão inútil não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.
Emmanuel, por Chico Xavier
19 janeiro 2008
Verde como o mar que não se cansa
(Mário Quintana)
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
18 janeiro 2008
Pequenas coisas numa ligeira fuga
Diante de mim, duas pequenas ilhas.Mais adiante, ao fundo, uma ilha grande.
Em volta de tudo, um imenso mar.
Uma paisagem parada, emoldurada por um céu pintado à mão.
Um peixe pula fora d'água e quebra a monotonia da beleza quieta;
as ondas passam por baixo da minha varanda;
dois minúsculos passarinhos tentam vencer a imensidão do mar.
O meu navio é apenas uma ilusão.
13 janeiro 2008
Uma semana iluminada para nós todos
(Imagem: Operário de Cândido Portinari)

"Nunca é demais qualquer referência ao trabalho, fator de evolução e burilamento. Nele, a herança de amor com a qual o espírito se refaz da jornada renovadora, em direção aos objetivos supremos da vida. Para conhecer-lhe, porém, a sabedoria de orientador da felicidade, é preciso crer nele e aderir-lhe ao programa de esforço criativo, penetrando-lhe as qualidades positivas de dissolvente das nossas velhas imperfeições.
Não admitas que adversidade, tropeço, desilusões ou dívidas te impeçam de receber-lhe o benefício salvador. É com ele e por ele que conquistarás todos os recursos destinados à tua sustentação.
Se te vês sob o domínio de fraqueza deprimente, ser-te-á revigorante a restaurar-te o comando das próprias forças.
Se experimentas a compulsão de hábitos indesejáveis, erigir-se-á à condição do libertador de que necessitas.
Se te reconheces debaixo da pressão de dívidas constrangedoras, encontrarás nele o abonador seguro de tua quitação.
Se sofres o cerco de adversários, sejam eles quais forem, levantar-se-á como sendo o agente benéfico que os desarmará, angariando-lhes, em teu favor, apreço e simpatia.
Se te confessas defrontado por necessidades materiais, descobrirás nele a saída contra a penúria.
Se deténs alevantados ideais de beneficência ou educação, nunca chegarás a realizá-los sem ele.
Se aspiras ao progresso, terás de adotar com ele a cobertura de todos os teus planos.
Se patrimônios amoedados te garantem a ociosidade, inspirando alguém a dizer-te que não precisas trabalhar, continua oferecendo ao trabalho o melhor de tuas energias, porque será ele a defensiva contra o tédio e a viciação, capazes de te arruinarem a existência.
Mas, onde estiveres, trabalha construindo o bem.
Interpretada à feição de movimento, a atividade é suscetível de ser empregada para o mal. A pedra dedicada à construção pode transformar-se em instrumento do crime, nas arremetidas da delinquência. Abraça, pois, no trabalho como serviço, a rota de cada dia, e, com a tua utilidade para os outros, obterás, através dos outros, o caminho, o apoio, o auxílio e o incentivo para a tua segurança, tranquilidade, alegria e libertação."
08 janeiro 2008
Saudade feita de algodão doce e vento
Pelos registros, vocês continuam acessando o blog, mesmo que nada de novo nele aconteça. Espero que as belas fotos é que os atraia tantas vezes ao mesmo tema e os agrade sempre. Mas fico já temendo perdê-los por falta absoluta de atualização de minhas bobagens e irrelevâncias. Declaro que estou morrendo de saudades e de falta de tempo. Enquanto isso, a vida vem sussurando histórias inusitadas e belas poesias aos meus ouvidos distraídos e tantas vezes desatentos. Mas prometo falar disso em breve tempo, se não me falhar a memória... ou me atropelarem os acontecimentos.
Como de sempre, amor.
Hanna.
01 janeiro 2008
Todos os dias serão dias primeiros... e únicos!
COMEMORE SEMPRE, COM FOGOS E SEM ARTIFÍCIOS,
AS PEQUENAS E AS GRANDES FELICIDADES DE TODOS
OS DIAS. COMECE FAZENDO UMA FESTA EM SUA PRÓPRIA HOMENAGEM. E ME CONVIDE QUE EU VOU!
28 dezembro 2007
Meus melhores desejos a absolutamente todos
Conte seu jardim pela flores, nunca pela folhas caídas.
FELIZ ANO NOVO!!!!!
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Um poemeu
Estou de saída,arrumando uma pequena mala.
Tão pequena que não suporta mais que o essencial,
o importante, o fundamental.
Três pequenas coisas...
Coisas apenas minhas.
Que as não cobicem o próximo,
que as não contestem os ricos,
que as admirem os pobres,
que as entendam as almas nobres.
Ao sair, fecho a porta
de onde todo o resto está meticulosamente ordenado,

arquivado por ordem de desimportância,
por data, por autor, por assunto, por absoluto cansaço.
A chave que tranca a porta não há,
para que eu exercite a cada instante a decisão de não voltar.
Na estação, o trem que faz surgir a estrada necessária,
à medida que ela precisar existir.
Nas janelas, todas as paisagens que meu olhar construir.
Diante de mim, o percurso.
Perto de mim, todas as saídas.
Dentro de mim, a vida.
O resto é apenas uma foto na parede morta da lembrança.
Uma prece árabe
Deus, não consintas que eu seja o carrasco que sangra
as ovelhas, nem uma ovelha nas mãos dos algozes.
Ajuda-me a dizer sempre a verdade na presença dos fortes,
e jamais dizer mentiras para ganhar os aplausos dos fracos
Se me deres a fortuna, não me tires a felicidade;
se me deres a força, não me tires a sensatez;
se me for dado prosperar, não permita que eu perca a modéstia,
conservando apenas o orgulho da dignidade.
para não enxergar a traição dos adversários,
nem acusá-los com maior severidade do que a mim mesmo.
Não me deixes ser atingido pela ilusão da glória,
quando bem-sucedido e nem desesperado quando sentir insucesso.
Lembra-me que a experiência de um fracasso
poderá proporcionar um progresso maior.
Faz-me sentir que o perdão é o maior índice da força,
e que a vingança é prova de fraqueza.
Se me tirares a fortuna, deixe-me a esperança.
Se me faltar a beleza da saúde, conforta-me com a graça da fé.
E quando me ferir a ingratidão e a incompreensão dos meus
semelhantes, cria em minha alma a força da desculpa e do perdão.
E finalmente Senhor, se eu Te esquecer,
te rogo mesmo assim, nunca Se esqueças de mim!
