Esvaziamento, talvez seja isso. Faz tempo que não venho aqui, deixar alguma sinceridade mal e porcamente esclarecida; histórias banais. Ando escrevendo por dever de ofício. Um ofício que me arranca palavras, letras, pontos, cedilhas e ainda vasculha os cantos para ver se sobrou algum trema resistente ao novo acordo ortográfico. Escrevo tanto que nem dá tempo de sofrer. É... o sofrimento é feito de palavras, e com elas se fazem versos, contos, histórias sem pé nem cabeça, tudo... Se palavras não há... Melhor assim, mesmo que ainda persista no esôfago uma sensação de texto como um soluço que se recusa a soluçar. Então, solucionado está. Obrigada pelos que vez ou outra ainda passam por aqui. Esta árvore, eu passo todos os dias debaixo dela... e hoje fotografei. As flores são para vocês.
Amor de sempre.
Eu