Físicos quânticos, terapeutas, espíritas e mágicos em geral já provaram que o cérebro é preguiçoso — e eu até diria burro. Age por aproximação e coleciona situações semelhantes para não ter que sair da zona do conforto e oferecer uma nova opção, resposta ou comportamento. Basta que um sinal elétrico se apresente e ele logo abre a gaveta onde guardou respostas prontas para situações semelhantes e manda lá a mesma coisa de sempre. E assim vamos repetindo distraidamente os mesmos padrões de respostas, comportamentos e atitudes para coisas às vezes tão desemelhantes. Sim, mas entre saber e fazer existe uma longa distância. Há quem diga que quem sabe faz e quem não sabe, ensina. Talvez seja isso... muita gente ensinando o que não sabe fazer. Mas não custa tentar. Afinal, são apenas decisões... faço isso, não faço aquilo, quero isso, não quero aquilo... Um bom começo é perguntar "por quê?" para cada uma das respostas prontas. E mudar o rumo, a decisão, até que haja uma infinidade de possibilidades de resposta para se escolher. Isso, é claro, se não estivermos satisfeitos com o que temos, somos, vemos, fazemos etc. Então eu vou dar uma caminhada na praia só pra variar. Bom final de domingo e uma semana repleta de oportunidades a todos nós.
Sobretudo, coisas relevantes. E nada é mais relevante do que a liberdade de pensar e a coragem de escrever. Nada é mais generoso do que compartilhar o que nos é relevante. Sobretudo, toda e qualquer coisa. Ano VIII
02 março 2008
Apesar de já sabermos...
Físicos quânticos, terapeutas, espíritas e mágicos em geral já provaram que o cérebro é preguiçoso — e eu até diria burro. Age por aproximação e coleciona situações semelhantes para não ter que sair da zona do conforto e oferecer uma nova opção, resposta ou comportamento. Basta que um sinal elétrico se apresente e ele logo abre a gaveta onde guardou respostas prontas para situações semelhantes e manda lá a mesma coisa de sempre. E assim vamos repetindo distraidamente os mesmos padrões de respostas, comportamentos e atitudes para coisas às vezes tão desemelhantes. Sim, mas entre saber e fazer existe uma longa distância. Há quem diga que quem sabe faz e quem não sabe, ensina. Talvez seja isso... muita gente ensinando o que não sabe fazer. Mas não custa tentar. Afinal, são apenas decisões... faço isso, não faço aquilo, quero isso, não quero aquilo... Um bom começo é perguntar "por quê?" para cada uma das respostas prontas. E mudar o rumo, a decisão, até que haja uma infinidade de possibilidades de resposta para se escolher. Isso, é claro, se não estivermos satisfeitos com o que temos, somos, vemos, fazemos etc. Então eu vou dar uma caminhada na praia só pra variar. Bom final de domingo e uma semana repleta de oportunidades a todos nós.
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